Primeiras pesquisas do segundo turno já saem na próxima quinta, com números do Datafolha e do PoderData
- Por Edu Mota, de Brasília - Via Bahia Notícias
- 05 Out 2026
- 18:19h

Foto: Reprodução Redes Sociais
Estão programadas para sair já na próxima quinta-feira (8) as primeiras pesquisas que avaliarão junto aos eleitores brasileiros os cenários de disputa em segundo turno entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A partir desta segunda (5), os pesquisadores do Datafolha e do PoderData já estarão nas ruas para saber em quem os brasileiros votarão no segundo turno. O PoderData deve sair na quinta pela manhã, e o Datafolha promete divulgar seus resultados à noite.
Para a sexta (9) já estão programadas pesquisas de segundo turno da disputa presidencial de outros dois institutos. AtlasIntel e Vox Brasil apresentarão seus resultados sobre os números do segundo turno, a aprovação do governo Lula, rejeição dos candidatos e questões relacionadas aos problemas vividos pela população.
Desses quatro institutos, apenas o Vox Brasil apresentou um resultado na reta final do primeiro turno com Flávio Bolsonaro à frente de Lula. O instituto apurou, na sua última pesquisa antes do primeiro turno, que o senador do PL ganharia de 45,8% x 44,9% do líder petista.
As pesquisas de segundo turno apresentarão um retrato de como estará a disputa presidencial já na largada do segundo turno, se Flávio Bolsonaro vai disparar na frente de Lula ou se ambos permanecerão empatados dentro da margem de erro, como vinha acontecendo antes do primeiro turno. Os levantamentos também vão investigar para onde se destinarão os votos dos candidatos Augusto Cury, Renan Santos, Ronaldo Caiado e Romeu Zema.
Justiça nega indenização de R$ 30 mil a fã após falha em sorteio de Virginia Fonseca
- Bahia Notícias
- 05 Out 2026
- 16:15h

Foto: Instagram
A Justiça do Rio de Janeiro negou uma indenização de R$ 30 mil pedida por uma fã que ganhou um sorteio da WePink para conhecer Virginia Fonseca, mas nunca teve o encontro. As informações são da coluna de Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo'.
A mulher, identificada como Carla Ramalho, entrou com uma ação contra a influenciadora e a empresa pedindo o valor após ter sido sorteada em uma live da marca no Instagram. O prêmio consistia em um encontro com Virgínia com direito a transporte, hospedagem e alimentação.
A cliente alega, no entanto, que depois de meses de espera, recebeu uma proposta alternativa da marca: R$ 1,5 mil e 20 produtos da WePink.
Como a oferta não foi cumprida na sua totalidade, Carla Ramalho recorreu à Justiça e pediu ainda indenização por danos morais. No entanto, ao longo do processo, a autora informou posteriormente que os 2 produtos faltantes chegaram em março deste ano e, de quebra, veio até um produto a mais.
Na sentença, a Justiça reconheceu que houve descumprimento contratual, mas entendeu que o episódio não passou de um “mero aborrecimento inerente ao cotidiano.” Com isso, o pedido de indenização por danos morais foi rejeitado, assim como a possibilidade de encontrar com a influenciadora.
Influenciadores de direita alcançam votação recorde para deputado em 10 estados brasileiros
- Por Pedro S. Teixeira | Folhapress
- 05 Out 2026
- 14:48h

Fotos: Reprodução / Alesp
Nas eleições para os Legislativos federal e estaduais, um perfil se repetiu entre recordistas de votação: parlamentares de direita com pelo menos 200 mil seguidores no Instagram. Esses influenciadores lideraram o ranking de deputados eleitos em nove estados.
Nikolas Ferreira (PL-MG) e Lucas Pavanato (PL-SP) — seguidos por 22,6 milhões e 5,3 milhões de contas, respectivamente — se tornaram os deputados federais mais votados da história, ambos com mais de 3 milhões de votos.
Além deles, bateram recordes de votação para a Câmara dos Deputados em seus estados: Júlia Zanatta (PL-SC), Lucas Polese (PL-ES), André Fernandes (PL-CE), Delegado Caveira (PL-PA), Jeffrey Chiquini (Novo-PR), Mauricio Marcon (PL-RS), e Lucio Mosquini (PL-RO).
A deputada estadual mais votada no país foi Eduarda Campopiano (PL-SP), que recebeu mais de 1,955 milhão de votos e se aproximou do recorde de Janaína Paschoal —mais de 2 milhões em 2018. Para o Legislativo estadual, também atingiram patamares inéditos Ana Campagnolo (PL-SC) e Bruno Engler (PL-MG).
Embora eles se apresentem como políticos, todos são influenciadores. Segundo pesquisa de campo da socióloga Rosana Pinheiro-Machado, 44 anos, professora da Universidade de Dublin, na Irlanda, pessoas com mais de 200 mil seguidores estão entre as pessoas mais influentes do Instagram.
Do grupo com menos de 30 anos de idade —que inclui Pavanato, Polese, Campopiano e André Fernandes—, Nikolas se destaca nas redes sociais. O parlamentar mineiro é líder de audiência no TikTok, com 9,1 milhões de seguidores, e produziu o vídeo mais visto no Brasil da história do Instagram, sobre uma suposta vigilância do Pix. O conteúdo acumulou mais de 300 milhões de visualizações.
Para Pinheiro-Machado, o sucesso dos parlamentares influenciadores nestas eleições para o Brasil era esperado.
"Vivemos em um país com um dos maiores números de influenciadores autodeclarados do mundo. Esses candidatos estão no topo de uma pirâmide aspiracional de como as pessoas se representam e almejam ser", afirma a socióloga.
Segundo a pesquisadora, o conglomerado de redes sociais da Meta, dona também de Facebook e WhatsApp, redefiniu todo o jogo eleitoral a partir de uma política de visibilidade. "Aparecer se torna mais importante aparentemente do que os fatos em si", diz.
Neste novo tabuleiro, diz a socióloga, os parlamentares direcionam toda a sua atuação para se mostrar nas redes sociais e construir reputação, enquanto a projeção nas redes sociais se converte em sucesso eleitoral.
"Isso ficou muito claro nesta eleição: hoje, é possível se eleger só com rede social, mesmo sem ter base política", afirma Pinheiro-Machado.
Segundo a pesquisadora, o sucesso de Eduarda Campopiano nestas eleições é um exemplo dessa tendência. A jovem, antes vereadora por Praia Grande, município do litoral paulista de 368 mil habitantes, construiu sua reputação e carreira política em torno de participações em podcasts e publicações no Instagram, onde tem mais de 2 milhões de seguidores.
Para a socióloga, a Meta promove na política partidária uma transformação similar à que promoveu no mercado de trabalho. "Hoje, junto com as igrejas evangélicas, a lógica do marketing digital é a grande mola propulsora da criação de sonhos e de fantasias, muitas vezes deslocadas na realidade."
Esses sonhos são muitas vezes inalcançáveis, como o padrão de ostentação demonstrado em perfis com milhares de seguidores. A quebra de expectativa joga as pessoas em uma espiral de frustração, de acordo com Pinheiro-Machado.
A socióloga acrescenta que as plataformas também estimulam uma polarização afetiva, por serem um lugar propício para despejar raiva e ódio. "As pessoas precisam achar um culpado, e isso se torna um processo envolvente."
Ela pondera que a busca de voto nas ruas e o trabalho de base ainda funcionam. "Mas a visibilidade nas redes se reproduz sozinha e atinge muito mais pessoas."
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Seguidores no Instagram de deputados federais recordistas de votos
Lucas Pavanato (PL-SP), vereador por São Paulo - 5.433.433
Sandro Filho (PP-BA), vereador por Salvador - 167.394 votos
Julia Zanatta (PL-SC), deputada federal por Santa Catarina - 1.139.150
Nikolas Ferreira (PL-MG), deputado federal por Minas Gerais - 5.492.878
Lucas Polese (PL-ES), deputado estadual pelo Espírito Santo - 297.089
André Fernandes (PL-CE), deputado federal pelo Ceará - 3.030.007
Delegado Caveira (PL-PA), deputado federal pelo Pará - 534.000
Jeffrey Chiquini (Novo-PR), advogado e influenciadoriadoriador - 2.423.771,000
Maurício Marcon (PL-RS), deputado federal pelo Rio Grande do Sul - 854.570,000
Lucio Mosquini (PL-RO), deputado federal por Rondônia - 264.301,000
Fontes: Instagram
Sufrágios nos candidatos a deputado federal mais votados
Lucas Pavanato (PL-SP) - 3.037.076
Julia Zanatta (PL-SC) - 560.170
Nikolas Ferreira (PL-MG) - 3.098.936
Lucas Polese (PL-ES) - 419.735
André Fernandes (PL-CE) - 681.193
Sargento Salazar (PL-AM) - 205.737
Delegado Caveira (PL-PA) - 414.338
Jeffrey Chiquini (Novo-PR) - 425.388
Maurício Marcon (PL-RS) -379.834
Lucio Mosquini (PL-RO) - 158.421
Fontes: TSE
Seguidores no Instagram de deputados estaduais mais votados
Eduarda Campopiano (PL-SP), vereadora por Praia Grande - 2.434.998
Ana Campagnolo (PL-SC), deputada estadual por Santa Catarina - 2.641.266
Bruno Engler (PL-MG), deputado estadual por Minas Gerais - 610.450
Fontes: Instagram
Sufrágios nos candidatos a deputado estadual mais votados
Eduarda Campopiano (PL-SP) - 1.956.238,000
Ana Campagnolo (PL-SC) - 387.523,000
Bruno Engler (PL-MG) - 675.932,000
Fontes: TSE
Estabilizar dívida pública requer ajuste de ao menos R$ 250 bi, dizem economistas
- Por Idiana Tomazelli | Folhapress
- 05 Out 2026
- 12:18h

Foto: José Cruz/Agencia Brasil
Estabilizar a dívida pública requer um ajuste nas contas de ao menos R$ 250 bilhões nos próximos quatro anos, avaliam economistas ouvidos pela reportagem. Esse é o ponto de partida do desafio que o presidente eleito precisará enfrentar nos próximos quatro anos.
A depender da credibilidade do plano, do empenho pessoal do chefe do Executivo e até dos juros no mercado internacional, o esforço necessário pode ser maior, chegando a R$ 400 bilhões em algumas simulações.
O governo Lula (PT) prevê um déficit de R$ 67,3 bilhões neste ano, ou 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto). Isso significa que a dívida bruta do governo geral, que bateu um recorde em cinco anos e está em 82,9% do PIB, vai subir ainda mais. Ela reúne débitos de União, estados e municípios e é um importante indicador de solvência do país.
Para os especialistas, o saldo das contas precisaria, idealmente, subir a 2% ou 2,5% do PIB até 2030, sem recorrer a subterfúgios ou descontos -ou seja, um resultado efetivo. O superávit poderia ser alcançado com expansão mais contida dos gastos públicos e ações pelo lado das receitas.
Mas os próprios economistas são céticos quanto à viabilidade de um ajuste dessa envergadura, dada a resistência da classe política a medidas consideradas impopulares, como a desvinculação de benefícios sociais do salário mínimo e a flexibilização dos pisos de Saúde e Educação.
Os temas são tão sensíveis que as equipes tanto de Lula como do senador Flávio Bolsonaro (PL) se esquivaram de detalhar seus planos durante a campanha, embora ambos tenham reconhecido a necessidade de reequilibrar as contas.
O atual governo prevê como meta um superávit de 1,5% do PIB em 2030. Mesmo esse resultado demandaria um ajuste próximo dos R$ 300 bilhões até o fim da década, segundo estimativas informais feitas por auxiliares do presidente que defendem algum aperto nos gastos.
Nas contas do Santander, chegar a esse resultado significaria um esforço próximo de R$ 250 bilhões.
Ter uma arrecadação superior às despesas (que resulta no superávit) cria uma poupança que ajuda o governo a pagar a conta de juros. Esse é um dos fatores que tornam a trajetória da dívida mais sustentável. Outros são a expansão mais forte do PIB e a inflação.
Por outro lado, um saldo pior das contas e o aumento da taxa de juros contribuem para a piora do indicador.
O economista Carlos Kawall, ex-secretário do Tesouro Nacional e sócio-fundador da Oriz Partners, alerta para uma "situação mais complicada" do país, uma vez que o juro real no mundo está mais elevado. Isso trava a redução das taxas no Brasil e mantém mais caro o custo de financiamento.
Segundo ele, estabilizar a dívida brasileira com um juro real (acima da inflação) de 4% por ano já demandaria um superávit de 1,9% do PIB. Se esse custo sobe a 5%, o esforço passa a ser de 2,7% do PIB.
Para Kawall, diante do cenário mais adverso, o presidente eleito deveria sinalizar compromisso firme com reformas que desacelerem a alta das despesas a 1% acima da inflação. Hoje, o arcabouço fiscal criado pela equipe de Lula permite expansão real de até 2,5% ao ano.
O ex-secretário ressalta, porém, que é necessário priorizar as mudanças concretas nas políticas públicas. "O erro seria sairmos da eleição com uma rediscussão da regra. É uma maneira de querer continuar esse jogo do 'me engana que eu gosto'."
O economista-chefe para Brasil no Banco Barclays, Roberto Secemski, estima que o ajuste necessário para estabilizar a dívida seja da ordem de R$ 350 bilhões. Mas ele reconhece que pouca gente espera que tal resultado seja alcançado rapidamente. Ainda assim, ele diz ser crucial que o presidente eleito deixe clara a direção a ser seguida.
"Ainda que não vá alcançar um ajuste dessa monta em seis meses ou um ano, talvez nem mesmo em dois anos, é importante que as medidas sejam ambiciosas o suficiente para perseverar nessa direção. Na ausência disso, a construção da credibilidade vai ficar afetada", afirma.
Para ele, o plano pode combinar medidas para conter despesas e elevar receitas, desde que sejam estruturais e duradouras, sem depender de ações pontuais, que valem num só ano.
"Uma vez estabelecidas essas credenciais, os preços dos ativos tendem a reagir bem mais rápido do que as variáveis econômicas, e isso sozinho já alivia o custo total do esforço fiscal, porque o juro imposto à dívida pública declina", afirma Secemski.
O economista Italo Franca, do Santander, avalia que será prioritário adotar medidas pelo lado das despesas. "Não estamos falando de corte, mas sim de redução do ritmo de crescimento", afirma. Desde 2022, a expansão média dos gastos está em 5,3% ao ano acima da inflação, bem acima do desempenho da atividade econômica.
Em suas estimativas, um superávit mínimo para estabilizar a dívida ficaria entre 1,5% e 2% do PIB, mas isso também vai depender da qualidade do ajuste. Se o governo eleito concentrar esforços em medidas de fôlego curto, sem mudanças estruturais, essa fragilidade pode cobrar um preço maior.
A economista Zeina Latif, sócia da Gibraltar Consulting, avalia que alcançar superávit de 2% a 2,5% do PIB é improvável no próximo mandato, mas acredita na possibilidade de se alcançar um saldo positivo de 1% no primeiro ano da gestão. Segundo ela, o diagnóstico do que é necessário já existe, mas tudo vai depender do envolvimento do chefe do Executivo na aprovação das medidas.
Para a economista, as administrações de Jair Bolsonaro (PL), pai do senador que agora concorre à Presidência, e de Lula provaram que a equipe econômica não consegue, sozinha, garantir a execução de um plano de ajuste.
"Não havia no governo Bolsonaro uma convicção da importância da disciplina fiscal. Ele chegou a dizer 'eu demito quem voltar a falar em desvincular salário mínimo'. Tem um aprendizado no mercado em relação a isso, de entender que não basta ter o ministro da Fazenda. Tem que ter um compromisso do presidente e capacidade política para isso", avalia.
É por isso que, segundo ela, Lula teria um déficit de credibilidade maior do que Flávio. Embora destaque em discursos o superávit alcançado em suas gestões anteriores, o petista disse, a menos de um mês das eleições, que "é preciso parar com essa babaquice de fazer superávit, de ter controle fiscal".
Por outro lado, Zeina diz que Flávio também tem "perfil populista" e, em sua atuação no Congresso, não defendeu disciplina fiscal de forma consistente.
"O desafio é muito grande, para quem quer que seja, em demonstrar capacidade de avançar no Congresso nessa situação, com o Executivo enfraquecido. As emendas parlamentares, que eram para ser moeda de barganha, inflaram e perderam esse papel", afirma.
O economista José Roberto Afonso, professor do IDP e um dos formuladores da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), ressalta a necessidade de Executivo e Congresso "dosarem o ajuste", para que seja consistente com o cenário e com as demais políticas. Segundo ele, não há política fiscal autônoma e independente do que se passa no restante da economia e na sociedade.
"Ajuste eficiente sempre combina medidas e depende muito mais do sucesso da gestão do que de leis, promessas e propostas genéricas", diz.
Afonso compara a formulação dessas medidas e a gestão das contas a um voo. "Ninguém entra no avião quando quer, nem decola e muito menos pousa como e onde quer. Sim, é possível programar o tempo de voo. Não há como garantir que será cumprido porque não há como assegurar que condições climáticas serão sempre as mesmas."
Segundo ele, como num voo, a gestão da política fiscal depende de uma série de tarefas e variáveis combinadas. "É preciso muita competência e, sobretudo, responsabilidade. Esta tem faltado muito em que não tem formação em finanças públicas e muito menos experiência na administração pública para propor metas de resultado fiscal, de gastos ou de dívida, ignorando seus diferentes impactos", critica.
Das dez maiores cidades da Bahia, Lula tem maior vantagem sobre Flávio Bolsonaro em Salvador, Camaçari e Juazeiro
- Por Francis Juliano I Bahia Notícias
- 05 Out 2026
- 10:45h

Foto: Ricardo Stuckert/Campanha Lula; Raul Spinassé/Campanha Flávio Bolsonaro
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terminou o primeiro turno das eleições presidenciais à frente de Flávio Bolsonaro (PL) em 413 dos 417 municípios da Bahia, o que incluiu as dez cidades mais populosas.
Nessa lista, as maiores diferenças entre os dois candidatos foram registradas em Salvador, Camaçari e Juazeiro, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral.
Na capital baiana, Lula alcançou 65,26% dos votos, contra 27,03% de Flávio Bolsonaro, uma diferença de 38,23 pontos percentuais. Foi a maior vantagem do petista entre os dez municípios analisados.
A segunda maior diferença ocorreu em Camaçari, onde Lula obteve 62,18%, enquanto Flávio Bolsonaro registrou 30,81%. A vantagem foi de 31,37 pontos percentuais.
Em Juazeiro, Lula recebeu 63,30% dos votos, contra 31,96% de Flávio Bolsonaro, diferença de 31,34 pontos percentuais.
Outras duas cidades também apresentaram vantagens superiores a 20 pontos. Em Lauro de Freitas, Lula teve 59,06%, contra 33,07% de Flávio, diferença de 25,99 pontos. Já em Feira de Santana, o petista registrou 57,13%, contra 35,80%, uma vantagem de 21,33 pontos percentuais.
Em Ilhéus, a diferença foi de 20,35 pontos, com Lula alcançando 56,83% e Flávio Bolsonaro, 36,48%. Nas demais cidades, a disputa foi mais equilibrada. Lula ficou 12,27 pontos à frente em Vitória da Conquista, 7,46 pontos em Itabuna e 7,04 pontos em Barreiras.
MENOR DIFERENÇA
A menor diferença entre os dez municípios foi registrada em Porto Seguro, onde Lula teve 49,75% dos votos, contra 44,05% de Flávio Bolsonaro, uma vantagem de 5,70 pontos percentuais.
No estado, o presidente bateu o principal opositor por 66,17% contra 28,53%.
VANTAGENS DE LULA
Salvador: +38,23 pontos percentuais
Camaçari: +31,37 pontos
Juazeiro: +31,34 pontos
Lauro de Freitas: +25,99 pontos
Feira de Santana: +21,33 pontos
Ilhéus: +20,35 pontos
Fim das bets ameaça orçamento do esporte olímpico e paralímpico e pode tirar R$ 2,6 bilhões até 2027
- Bahia Notícias
- 05 Out 2026
- 08:43h

Foto: Divulgação / COB
Após a medida provisória que acabou com a operação das bets no Brasil, o esporte olímpico e paralímpico também terá de lidar com a perda de uma fonte importante de recursos. Durante a preparação para os Jogos de Los Angeles-2028, a estimativa é de que o setor deixe de receber cerca de R$ 2,623 bilhões até 2027. A informação é da jornalista Carol Knoploch, do jornal O Globo, veículada no último domingo (4).
De acordo com as informações, a conta considera aproximadamente R$ 497 milhões que deixariam de ser repassados entre outubro e dezembro de 2026, além de outros R$ 2,1 bilhões estimados para 2027. O cálculo ainda não inclui valores de contratos diretos entre empresas de apostas e confederações.
A interrupção dos repasses ocorre após a edição da medida provisória que determinou o fim das operações das bets no país. Segundo o governo, a iniciativa tem como objetivo proteger as famílias brasileiras diante do aumento do endividamento associado às apostas.
No Comitê Olímpico do Brasil (COB), a mudança já provoca uma revisão do planejamento financeiro. O presidente da entidade, Marco La Porta, afirma que o comitê recebeu aproximadamente R$ 200 milhões das bets entre 2025 e setembro de 2026 e ainda esperava mais R$ 25 milhões até o fim deste ano.
Para 2027, a previsão era de uma receita entre R$ 125 milhões e R$ 130 milhões. O valor representa cerca de 20% de um orçamento anual de aproximadamente R$ 600 milhões.
La Porta afirma que a preparação do Time Brasil para Los Angeles será preservada, mas outras áreas deverão sofrer cortes ou depender do fundo de reserva do COB. Projetos como a ampliação dos Jogos da Juventude também podem ser adiados.
"Nosso maior impacto será no ano que vem porque não terá arrecadação. Ou seja, são R$ 125 milhões a menos a dois anos dos Jogos Olímpicos, e claro isso terá consequências", afirmou o dirigente ao O Globo.
O diretor de Esporte do COB, Jorge Bichara, também admite que ainda não é possível garantir a manutenção de todas as iniciativas previstas para o próximo ciclo.
"Recebi a orientação de que a preparação para Los Angeles segue sendo nossa prioridade. Mas, se conseguiremos atender todas as frentes que tínhamos proposto, não sei dizer ainda", declarou.
A perda não ficará restrita ao COB. Modalidades que receberam recursos diretamente das apostas também precisarão reorganizar seus planejamentos. A Confederação Brasileira de Basquete (CBB), por exemplo, recebeu R$ 13 milhões em 2025 e aproximadamente R$ 6 milhões em 2026. Para o CEO da entidade, André Alvez, o fim dessa fonte de receita representa um impacto relevante para uma modalidade diretamente relacionada ao mercado de apostas.
"A NBA impulsiona muito (as apostas), e a temporada começa em outubro. Projetávamos um fim de ano melhor e 2027 melhor ainda", lamentou.
No tênis de mesa, a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) recebeu aproximadamente R$ 5 milhões desde abril de 2025. O dinheiro estava previsto para projetos de alto rendimento e formação de atletas, mas ainda não havia sido utilizado enquanto a entidade aguardava regras para aplicação dos recursos.
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) também terá uma redução significativa de receitas. A entidade recebeu R$ 57,4 milhões das bets em 2025 e outros R$ 54,1 milhões até setembro de 2026. Para 2027, a projeção era de aproximadamente R$ 82,1 milhões em recursos provenientes das apostas. Esse valor agora entra na lista de receitas que precisarão ser compensadas.
O Comitê Brasileiro de Clubes (CBC) estima uma perda de aproximadamente R$ 50 milhões. O presidente Paulo Maciel criticou a ausência de um período de transição para que as entidades pudessem adaptar seus planejamentos.
“Acho que tudo isso foi um desserviço. Justamente na hora em que os clubes estavam se organizando para grandes eventos, como Olimpíada, fazendo contratações, programando cursos, etc. Essa verba fará falta no futuro”, afirmou.
COMO FUNCIONAVAM OS REPASSES ?
A Lei nº 14.790/2023 estabelecia que 36% da arrecadação das apostas tivesse destinação relacionada ao esporte. O dinheiro era distribuído entre diferentes órgãos e entidades.
Do total, 22,20% eram destinados ao Ministério do Esporte; 2,20% ao COB; 1,30% ao CPB; e 0,70% ao CBC. Também havia percentuais para entidades do esporte escolar e universitário, clubes paralímpicos, esporte master e secretarias estaduais de esporte.
O COB adotou uma estratégia própria diante da insegurança jurídica em torno da regulamentação. Em vez de utilizar imediatamente os recursos das bets, a entidade direcionou o dinheiro para seu fundo de reserva técnica e ampliou os repasses às confederações por meio da Lei Agnelo Piva, abastecida pelas Loterias Federais.
Em 2026, o COB programou R$ 285 milhões para projetos das confederações. A intenção, segundo La Porta, é manter esse volume no próximo ano, mas sem aumentá-lo.
“Não devemos diminuir o repasse, mas também não vamos aumentar. Cortaremos no COB. Sei da dificuldade das confederações pequenas”, afirmou.
Deputados e senadores recebem 54% mais emendas e dificultam renovação no Congresso
- Por Raphael de Cunto e Augusto Tenório | Folhapress
- 03 Out 2026
- 14:16h

Foto: Leonardo Sá/Agência Senado
O pagamento de emendas parlamentares cresceu 54% em relação ao ciclo eleitoral anterior (2019 a agosto de 2022), de acordo com dados do Siga Brasil, portal do Senado. O volume de recursos torna mais difícil a eleição de quem não tem mandato e ajuda a blindar os atuais deputados e senadores por votos impopulares em projetos de lei e outras matérias em discussão no Congresso, segundo especialistas.
As emendas são verbas incluídas pelos parlamentares no Orçamento para destinar recursos a investimentos e custeio em suas bases eleitorais. Além do ganho político das obras entregues, o dinheiro também se transformou na principal forma de fidelizar o apoio de prefeitos, que dependem desses repasses para reforçar o caixa do município e melhorar sua própria aprovação.
Na atual legislatura, o volume de emendas pagas pelo governo federal chegou ao valor recorde de R$ 165,4 bilhões (de janeiro de 2023 a agosto de 2026). A conta inclui restos a pagar de anos anteriores, já que parte dos convênios demora a ser executada por entraves da burocracia estatal.
No mandato anterior, foram R$ 107 bilhões nos três anos e oito meses que antecederam as eleições, em valores já corrigidos pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). De 2015 a agosto de 2018, o governo pagou R$ 24,4 bilhões –número que, hoje, é menor do que o quitado pela União em um único ano.
Bruno Bondarovsky, gestor da organização Central das Emendas e pesquisador associado da PUC-Rio, afirma que esta eleição consolidou o modelo de cooptação de prefeitos pelos atuais parlamentares com base na distribuição de verbas e numa atuação que seria, na verdade, do Poder Executivo. "A imagem do parlamentar começa a ir para a de uma pessoa que entrega produtos e serviços para a população", diz.
Ele aponta ainda que mais de R$ 2 bilhões em emendas foram direcionados para organizações da sociedade civil e entidades do terceiro setor, nem sempre aplicados corretamente. "É muito dinheiro e tem muitas histórias que a gente encontra nas auditorias de ONGs usadas só como meio de contratação de cabo eleitoral ou de compra de voto", afirma.
O Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) projeta que a renovação da Câmara será de 35% a 40%, abaixo da média histórica de 46%, devido a emendas, ao fundo eleitoral concentrado em quem já tem mandato e à redução do número de candidatos e partidos, afirma o analista político Neuriberg Dias, que coordenou um estudo sobre as eleições para deputado federal.
Dias afirma que a campanha do governo Lula (PT) de "Congresso inimigo do povo" e a mobilização popular para rejeitar a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que blindava os parlamentares contra investigações criminais terão pouco efeito sobre o resultado eleitoral.
"As emendas criam uma distorção. O voto não passa mais a ser vinculado a como ele vota nas matérias. É mais destinado a que benefício o parlamentar traz para a prefeitura", diz.
O pagamento de emendas em anos eleitorais também é um tópico sensível para deputados e senadores, que usam a verba para amarrar o apoio nas bases eleitorais. Nesse sentido, o de 2026 se destaca. De janeiro a agosto deste ano, foram liberados R$ 35,2 bilhões, um aumento de 21% em relação ao valor pago no mesmo período em 2022.
Em 2018, antes do crescimento explosivo no valor das emendas, o governo quitou R$ 10,6 bilhões de janeiro a agosto. Em 2019, com a eleição de Jair Bolsonaro (PL) para a Presidência, o Congresso criou a chamada emenda de relator ao Orçamento e passou a controlar um volume ainda maior de verbas, distribuídas sem transparência sobre o real autor e sem critérios técnicos.
Essas emendas de transparência opaca irrigaram municípios pelo país e fortaleceram os então deputados e senadores. Mas o crescimento maior no ritmo de pagamentos na atual legislatura indica que, em muitos casos, as obras demoraram a chegar para a população devido a entraves da burocracia estatal, e seus efeitos serão sentidos com mais força na atual eleição.
O valor empenhado (termo que significa que a despesa foi autorizada pelo governo) cresceu na metade do ritmo dos pagamentos. Foi de R$ 138,4 bilhões no período de janeiro de 2019 a agosto de 2022 para R$ 178 bilhões desde 2023, alta de 28%. No caso dos pagamentos, o valor cresceu 54%, reforçando seu uso como mote da campanha dos políticos do centrão, que destacam nas redes as obras entregues aos municípios.
O cientista político Fenelon Rocha, que atuou na comunicação de mais de 40 campanhas, afirma que as emendas também são hoje a principal fonte de caixa dois das candidaturas, com indícios de desvios das verbas para uso nas eleições. "O principal gasto é com a compra de lideranças. Aqui no Piauí, a estimativa é que as campanhas para deputado federal custarão R$ 30 milhões cada, dez vezes o teto [autorizado pela lei]", diz.
O volume de recursos deu impulso ainda a novas candidaturas: 503 parlamentares que foram autores de emendas individuais ao Orçamento concorrem a cargos eletivos neste ano, segundo levantamento da Folha com dados do Siga Brasil e do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
As emendas individuais são uma das modalidades que existem, além das emendas de bancada estadual (em que não consta o nome do real autor) e das emendas de comissão (em que o nome do autor só passou a ser obrigatório a partir de 2024, e mesmo assim, com falhas na divulgação).
Só de emendas individuais, esses 503 parlamentares que disputam as eleições somam R$ 62,8 bilhões pagos na atual legislatura. São 44 senadores e 459 deputados. O levantamento considera titulares e suplentes, desde que tenham indicado emendas.
Embaixada dos EUA no Brasil fechou devido a ameaça de bomba em rede social
- Por Patrícia Campos Mello | Folhapress
- 03 Out 2026
- 12:13h

Foto: Reprodução / Vinícius Schmidt / Metrópoles
Um perfil em rede social dizendo que colocaria uma bomba na embaixada americana foi o motivo que levou os Estados Unidos a fecharem sua embaixada e consulados no Brasil, segundo apurou a Folha com autoridades envolvidas na investigação.
Uma operação policial chegou até o autor da ameaça e não encontrou nada.
Segundo diplomatas americanos ouvidos pela reportagem, é bastante comum que haja mensagens com ameaças nas redes sociais a consulados e embaixadas americanas ao redor do mundo e elas são levadas muito a sério, dado o histórico de atentados contra o país. Mas não necessariamente levam a fechamento de todas as unidades diplomáticas dentro de um país.
O governo dos Estados Unidos suspendeu o atendimento em suas representações no Brasil a partir desta sexta-feira (2). O comunicado, publicado na véspera, diz que a decisão se dá por questões de segurança, sem citar mais detalhes sobre a motivação da medida.
Não há, por ora, previsão para o retorno dos atendimentos presenciais.
"Cidadãos americanos que precisarem de assistência emergencial durante esse período não devem comparecer à embaixada, aos consulados ou a outras instalações diplomáticas dos Estados Unidos", diz a nota divulgada. A orientação dada é entrar em contato com o oficial de plantão responsável pelo atendimento.
Em nota, aPolícia Federal disse não ter encontrado elementos que confirmem um suposto planejamento de atos que poderiam colocar em risco instalações diplomáticas dos Estados Unidos no Brasil. A corporação cumpriu nesta sexta dois mandados de busca e apreensão em São Paulo e no entorno do Distrito Federal para apurar o caso.
Idosa processa hospital nos EUA após ter a perna errada amputada durante cirurgia
- Bahia Notícias
- 03 Out 2026
- 10:11h

Foto: Reprodução / Google Street View
Uma moradora de Ohio, nos Estados Unidos, entrou com uma ação judicial contra o Selby General Hospital após ser vítima de um erro médico grave. Sharon Jacks, de 74 anos, foi submetida à amputação de sua perna esquerda durante uma cirurgia programada na qual apenas a perna direita estava autorizada para remoção.
De acordo com o processo, a intervenção cirúrgica original estava agendada para setembro de 2025 e previa a amputação da parte inferior da perna direita, abaixo do joelho. O procedimento havia sido recomendado como parte do tratamento de um carcinoma de células escamosas, um tipo de câncer de pele. Contudo, a equipe cirúrgica realizou a amputação no membro errado.
Em decorrência do erro, 4 meses após a cirurgia inicial, a paciente precisou passar por um novo procedimento em outro hospital para remover a perna correta. Segundo o advogado da vítima, Brad Layne, a segunda cirurgia foi necessária "para completar o tratamento previsto".
FALHAS NO PROCEDIMENTO
A queixa detalha múltiplos danos físicos e emocionais sofridos pela vítima, incluindo lesão física, incapacidade permanente, dor e sofrimento, sofrimento emocional, humilhação, perda do prazer de viver e despesas médicas. A ação classifica a atuação do hospital e das equipes médica e cirúrgica como negligência grave e conduta imprudente, sustentando que os réus "agiram de forma intencional, irresponsável, imprudente, maliciosa e com desprezo consciente pela certeza substancial de uma lesão catastrófica".
O documento aponta ainda que as falhas ocorreram a despeito da realização de checagens prévias de segurança. O texto cita que a equipe cumpriu 2 "time-outs", pausas obrigatórias para confirmação da identidade do paciente, do procedimento e do local correto, mas, ainda assim, prosseguiu com a cirurgia no membro incorreto.
Em pronunciamento enviado à emissora WBNS-TV, o Selby General Hospital reconheceu a falha e declarou que o episódio deixou a instituição "triste e abalada". O hospital admitiu que "foi um evento evitável e que nossos procedimentos esperados de sala de cirurgia não foram seguidos".
A instituição informou também que adotou medidas administrativas contra os profissionais envolvidos. "Os envolvidos foram responsabilizados por suas ações e não estão mais em seus cargos", diz o hospital em nota. As informações foram confirmadas pelo portal Uol.
AtlasIntel: Wagner e Rui seguem na liderança pelo Senado na Bahia; Coronel aparece na terceira colocação
- Bahia Notícias
- 03 Out 2026
- 08:51h

Foto: Divulgação
A pesquisa AtlasIntel, divulgada pelo A Tarde na manhã deste sábado (03), aponta que os candidatos Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) lideram a corrida ao Senado Federal da Bahia. De acordo com o levantamento, o ex-ministro da Casa Civil registra 27,3% de preferência dos eleitores, enquanto Wagner alcança 24,6%.
Na sequência, aparece o candidato à reeleição Angelo Coronel (Republicanos) com 21,9% das intenções de voto, João Roma (PL) com 21,2% e Professora Delliana (PSOL) com 4,1% dos votos válidos.
Comparado à última pesquisa, divulgada na quarta-feira (30), Rui Costa teve uma oscilação negativa de 0,9%, enquanto Wagner avançou 0,2%. Do outro lado, Coronel apresentou uma oscilação positiva de 1% e Roma de 0,2%.
A pesquisa AtlasIntel entrevistou 2.000 eleitores baianos, via recrutamento digital aleatório (Atlas RDR), entre os dias 24 e 28 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento representa os votos válidos e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob os números BA-02425/2026 e BR-00633/2026.
Musk volta a assessorar governo Trump em estudo sobre futuro das guerras
- Bahia Notícias
- 02 Out 2026
- 18:25h

Foto: Divulgação / Casa Branca
O bilionário Elon Musk voltará a atuar oficialmente como assessor do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um estudo sobre o futuro dos conflitos militares.
O anúncio foi feito nesta quarta-feira (30) pelo secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, durante um discurso na base militar de Quantico, na Virgínia.
Segundo Hegseth, Musk será um dos responsáveis pelo chamado “Projeto Meridian”, iniciativa que pretende reunir especialistas para analisar como as guerras devem evoluir nos próximos anos.
“Estamos aproveitando uma fonte única de vantagem americana, uma que nossos adversários não têm: nossos inovadores, nossas grandes lideranças e nossos tecnólogos”, afirmou o secretário.
O projeto marca uma nova aproximação formal de Musk com o governo Trump após o bilionário ter deixado, em 2025, a função de conselheiro especial da administração.
Drogas e munições são apreendidas pela PM no bairro da Mata Escura, em Salvador
- Bahia Notícias
- 02 Out 2026
- 16:01h

Foto: PM/BA
Militares da 48ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM-BA) apreenderam drogas e munições na localidade do Bate-Folha, no bairro de Mata Escura, em Salvador, na noite desta quarta-feira (30). A ação ocorreu durante patrulhamento dos agentes no local. Na ocasião, eles foram recebidos a tiros por cerca de quatro indivíduos armados. Houve o devido revide e, após cessar os disparos, os suspeitos fugiram em direção a uma área de mata.
Durante a varredura no local, foram encontrados e apreendidos 306 pinos de cocaína, 11 sachês e 2 porções de maconha, 58 munições calibre 5,56, uma munição calibre 7,62, dinheiro em espécie e uma roupa camuflada.
Os suspeitos não foram localizados e nenhum policial ficou ferido. Todo o material apreendido foi apresentado à autoridade policial competente, onde foram adotadas as medidas cabíveis.
Fachin nega pedido de suspeição contra ministro Flávio Dino feito por Flávio Bolsonaro
- Por Luísa Martins e Anna Júlia Lopes | Folhapress
- 02 Out 2026
- 14:45h

Foto: Bruno Moura / STF
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou nesta quinta-feira (1º) o pedido de suspeição feito pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ministro Flávio Dino.
A defesa do senador havia feito o pedido na quarta-feira (30) para que o magistrado fosse declarado suspeito para tratar de processos relativos ao próprio Flávio, e também ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à disputa presidencial.
Trajetória de Leonardo após morte de Leandro vai virar filme; confira
- Bahia Notícias
- 02 Out 2026
- 12:28h

Foto: Divulgação/Bahia Notícias
Os testes para a formação do elenco do longa “Não Aprendi a Dizer Adeus”, cinebiografia sobre a trajetória de Leandro e Leonardo, já começaram. O filme será dirigido por Jayme Monjardim e conta com a produção da Paris Filmes.
Luiz Carlos Vasconcelos, Cyria Coentro, Eduardo Borelli e João Henrique são alguns dos nomes cotados para o longa. Enquanto Alessandra Maestrini está sendo pensada como uma possível “Ede Cury”, assessora de imprensa, que faleceu em 2025, que trabalhou com Leonardo desde a época com Leandro. A equipe de produção está nos preparativos para o filme, enquanto o elenco é escolhido. O início das filmagens está previsto para o começo de novembro.
O roteiro focará na trajetória de Leonardo após a morte de Leandro, em 1998, vítima de um tumor de Askin, com os acontecimentos posteriores à perda do irmão ocupando um espaço central. A cinebiografia já era comentada no mercado musical, porém nunca foi confirmada oficialmente.

Caiado diz que o STF e o TSE "destruíram o processo eleitoral" e Zema afirma que "o povo dará a resposta"
- Por Edu Mota, de Brasília/Bahia Notícias
- 02 Out 2026
- 10:25h

Foto: Reprodução Redes Sociais
Em entrevista e vídeos postados em redes sociais, os candidatos Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) criticaram as decisões da Justiça que acabaram levando ao cancelamento do debate presidencial da TV Globo, que seria realizado na noite desta quinta-feira (1º).
Para Ronaldo Caiado, o cancelamento do debate foi um “atentado à democracia brasileira”. O candidato também fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“Destruíram o processo eleitoral no país. Nós não tivemos a oportunidade de poder promover debates”, afirmou Caiado.
O ex-governador de Goiás usou a expressão “ditadura da toga” ao criticar as decisões do ministro GIlmar Mendes e da ministra Estela Aranha, na noite desta quinta.
“As pessoas precisam acreditar no voto, porque hoje estão quase 60 milhões de brasileiros desesperançosos, porque não enxergam no voto a capacidade de poder mudar o rumo do país”, disse Caiado.
Na mesma linha, o candidato Romeu Zema criticou o cancelamento do debate da TV Globo e afirmou que a falta de um confronto de ideias representa uma perda para o país e para a democracia.
“Quem está perdendo é o Brasil, é a nossa democracia”, disse Zema ao comentar a decisão.
Para Zema, o Brasil vive uma situação de “vergonha nacional”. O ex-governador de Minas Gerais citou reportagens da imprensa internacional sobre a atuação do STF. O candidato ainda criticou o ministro Flávio Dino e disse acreditar que sua atuação busca beneficiar o presidente Lula, que o indicou ao STF.
“Com certeza, Dino está querendo beneficiar o Lula, mas no dia 4, o brasileiro dará a resposta”, completou Zema, que garantiu que não irá desistir de sua candidatura.








