Mercosul e Japão podem iniciar negociação para acordo de livre comércio, diz Lula

  • Por João Caminoto | Folhapress
  • 16 Jun 2026
  • 12:31h

Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta terça-feira (16), durante a cúpula do G7, que Brasil e Japão podem oficializar o início das negociações de um acordo de livre comércio entre o Mercosul e o país asiático. O anúncio formal, se confirmado, está previsto para o dia 30 de junho, durante a reunião de cúpula do bloco sul-americano, em Assunção, no Paraguai.
 

A declaração foi feita durante reunião bilateral com a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi. Lula destacou os laços históricos entre os dois países —o Brasil abriga a maior comunidade japonesa fora do Japão, e um número crescente de brasileiros vive em território japonês, como base para aprofundar a parceria comercial.
 

A sinalização ocorre num momento em que o Japão acelerou movimentos em direção ao Mercosul. Em maio, Tóquio anunciou a intenção de iniciar negociações formais de um acordo de parceria econômica com o bloco ainda neste verão — motivado pela busca de alternativas às restrições comerciais impostas por Trump e às limitações chinesas sobre exportações de terras raras.
 

O Mercosul é um dos poucos grandes mercados globais com os quais o Japão ainda não tem um acordo comercial. Em dezembro de 2025, os dois lados formalizaram um Marco de Parceria Estratégica, cobrindo comércio, investimento e transição energética.
 

"Eu espero que na próxima reunião do Mercosul possamos ter boas notícias", disse o presidente.
 

A reunião do petista com a japonesa deve envolver assuntos como a venda de petróleo brasileiro para o país asiático, dando continuidade a uma discussão que já foi parte de reunião entre o chanceler Mauro Vieira, ao menos um executivo da Petrobras e o ministro da Economia, Comércio e Indústria de Tóquio, Ryosei Akazawa, em maio.
 

É o primeiro encontro de Lula com Takaichi, eleita em outubro do ano passado, tornando-se a primeira mulher a ocupar o cargo na história do país.

Percepção dos brasileiros de que bets e jogos online são vício oscila para cima, diz Datafolha

  • Por Joana Cunha | Folhapress
  • 16 Jun 2026
  • 10:24h

Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Pesquisa Datafolha realizada nos dias 20 e 21 de maio aponta uma oscilação positiva na percepção dos brasileiros de que as apostas e jogos online são um vício. O levantamento também indica uma redução no uso de recursos como poupança e dinheiro emprestado para bancar a prática.

 

A parcela dos que avaliam que as apostas esportivas, as chamadas bets, e os jogos online viciam subiu de 54% na pesquisa de 2024 para 57% no levantamento atual.
 

Foram entrevistadas 1.970 pessoas em 139 municípios, incluindo regiões metropolitanas e cidades do interior de todas as regiões do país. A margem de erro para o total da amostra é de 2 pontos percentuais para mais ou menos.
 

A avaliação de que se trata de uma perda de dinheiro permanece no patamar de 30% já registrado em novembro de 2024, quando o Datafolha fez a mesma pergunta, enquanto aqueles que dizem se tratar de uma diversão caíram de 9% para 6% —uma oscilação dentro da margem de erro.
 

Apenas 1% vê bets e jogos online como uma fonte de renda ou investimento financeiro.
 

FORMA DE PAGAMENTO
 

O Datafolha também captou uma mudança no tipo de dinheiro gasto com o jogo, se comparado com a pesquisa de novembro de 2024. São diversas as origens dos recursos que os apostadores buscam para jogar, mas a pesquisa atual mostra uma redução dessas fontes usadas para bancar a prática.
 

A parcela dos que já pegaram dinheiro guardado na poupança caiu de 22% em 2024 para 19% na pesquisa atual. Agora, 11% dizem ter deixado de comprar alguma coisa para usar o dinheiro em apostas, ante 19% há dois anos.
 

Aqueles que passaram o cartão de crédito para fazer algum jogo caíram de 15% para 10%. E a parcela dos que pediram dinheiro emprestado para jogar foi de 15% para 8%, enquanto os que deixaram de pagar alguma conta para direcionar o recurso ao jogo foi de 13% para 6%. Por ser reduzido, o grupo dos apostadores tem margem de erro de 6 pontos.
 

Para Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV (Fundação Getulio Vargas) e professor da FGV Eaesp, embora esteja próximo da margem de erro, o movimento dos números entre as pesquisas de 2024 e 2026 pode ser um reflexo das tentativas do governo de colocar obstáculos ao jogo e das restrições para beneficiários do Bolsa Família, além de um avanço na conscientização dos usuários e do próprio endividamento dos jogadores.
 

"O superendividamento e as bets são fenômenos que andam de mãos dadas. E, como ele subiu muito, o mercado pode ter se equilibrado em uma situação ruim. O endividamento pode ter excluído alguns jogadores porque atingiu nível muito alto. É uma possibilidade, o fenômeno precisa ser estudado", diz Gonzalez.
 

O impacto das apostas online no endividamento dos brasileiros tem gerado preocupação no governo Lula porque pode prejudicar a popularidade do petista em ano eleitoral. O tema foi contemplado na nova versão do Desenrola, proibindo o jogo para o CPF dos inadimplentes inscritos no programa de renegociação de dívidas.
 

MEDO DO VÍCIO
 

Para o apostador B.S., dentista de 40 anos que pediu para não ter seu nome divulgado, a relação com os jogos mudou recentemente. Ele afirma ter perdido o hábito de jogar depois que começou a sentir ansiedade em relação às apostas, além do medo de cair no vício. Diz que, muitas vezes, se sentiu deprimido e confuso porque chegava a apostar contra seu próprio time de futebol na bet, quando avaliava que o palpite a favor do concorrente poderia lhe render dinheiro de volta.
 

"Eu torcia para placares que iam prejudicar o meu time para eu conseguir ganhar um cupom de aposta. Não era saudável emocionalmente. Faz mais de um ano que não ponho dinheiro nisso", diz.
 

A desconfiança sobre a idoneidade dos jogos, após a Comissão Parlamentar de Inquérito das Bets, encerrada em junho de 2025, também contribuiu para a sua decisão de parar, segundo o dentista, que agora diz apostar apenas quando recebe mensagem de algumas bets que enviam bônus para atrair clientes.
 

"Algumas empresas mandam por e-mail R$ 10 para jogar grátis. Mas no geral, você perde. Eu só aposto agora nesse contexto. Apostei assim na semana passada, mas não gasto mais dinheiro. Você sente que eles manipulam resultado. A gente sempre vai perder. Quem ficou é viciado", afirma B.S..
 

As apostas esportivas foram legalizadas por lei sancionada no último mês do governo de Michel Temer (MDB), em dezembro de 2018. Os caça-níqueis virtuais, por sua vez, foram incluídos no regramento brasileiro pelo Congresso em dezembro de 2023.
 

A parcela dos brasileiros com 18 anos ou mais que dizem apostar em bet ou em cassinos online atualmente está em 7%, o mesmo patamar registrado no levantamento de 2024.
 

QUEM É O APOSTADOR
 

O perfil do apostador brasileiro é majoritariamente masculino e jovem. Segundo o Datafolha, 11% dos homens já fizeram aposta em bets ou cassinos online e seguem fazendo, ante 3% das mulheres. A faixa etária de 18 a 24 anos tem 13% de apostadores e os de 25 a 34 anos são 11%, enquanto aqueles de 35 a 44 anos somam 9%. Acima dessa idade, 4%.
 

O levantamento também apontou que, entre os que costumam fazer apostas online atualmente, 36% têm frequência semanal, patamar semelhante aos 35% registrados em 2024.
 

Aproximadamente 20% declaram apostar todos os dias. A frequência quinzenal é de 13% enquanto a mensal, 19%. Os que praticam com menos frequência do que isso são 11%.
 

A margem de erro no segmento dos que costumam fazer apostas esportivas é de 10 pontos, por isso, as frequências são consideradas estáveis.
 

Quanto aos valores dedicados ao jogo, a média de gastos mensais com apostas online é de R$ 241 e nos cassinos online, de R$ 232.

Arma registrada em nome de Jair Bolsonaro é apreendida durante blitz no DF

  • Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
  • 16 Jun 2026
  • 08:40h

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Uma arma de fogo registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro foi apreendida pela Polícia Militar do Distrito Federal durante uma blitz na noite desta segunda-feira (15), no Pistão Norte, em Taguatinga. A informação foi divulgada pelo jornal Metrópoles. 

 

 

O armamento estava na posse de um sargento ligado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Ele foi abordado durante a fiscalização de rotina e conduzido à 21ª Delegacia de Polícia (Pistão Sul) para prestar esclarecimentos.

 

Segundo a reportagem, o militar se apresentou como integrante do GSI durante a abordagem policial e apresentou documentação referente ao porte funcional. Ele informou ainda no local que a arma pertenceria a Bolsonaro. Em depoimento, o sargento afirmou que havia retirado o armamento para realizar um reparo mecânico após identificar uma pane que, segundo ele, seria de simples solução. O problema estaria relacionado ao percussor da arma.

 

O relato do militar ainda citou que o armamento foi retirado na segunda-feira (15) e seria devolvido ao proprietário nesta terça-feira (16), após a conclusão do conserto. Apesar de possuir porte de arma, a situação chamou a atenção dos policiais porque o armamento estava registrado em nome de terceiros. 

 

Diante da circunstância, a arma foi apreendida e o caso encaminhado para análise da Polícia Civil. A ocorrência foi registrada na 21ª Delegacia de Polícia, que irá apurar as circunstâncias da posse da arma, a regularidade do transporte do armamento e a documentação apresentada pelo militar.

 

O ex-presidente Jair Bolsonaro, dono do armamento, está em prisão domiciliar. Condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e três meses de prisão pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado ao patrimônio público e deterioração de patrimônio tombado, Bolsonaro começou a cumprir pena em novembro de 2025.

Após anúncio de acordo de paz, Israel diz que manterá tropas no Líbano

  • Por Folhapress via Bahia Notícias
  • 15 Jun 2026
  • 18:11h

Foto: @BenjaminNetanyahu

Apesar do acordo de paz anunciado por Estados Unidos e Irã, o governo de Israel afirmou nesta segunda-feira (15) que suas tropas permanecerão por tempo indeterminado nas áreas ocupadas do sul do Líbano. O entendimento foi duramente criticado por integrantes do governo de Binyamin Netanyahu e por líderes da oposição, que dizem que os termos não garantem a segurança do país.
 

O Líbano foi arrastado para a guerra quando o Hezbollah, grupo extremista aliado de Teerã, atacou Israel em apoio ao Irã. Tel Aviv lançou uma ofensiva contra o país vizinho e passou a ocupar o sul libanês, deslocando ao menos um milhão de pessoas.
 

O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou a manutenção do controle territorial é uma das principais conquistas da campanha militar. Ele afirmou que os moradores serão obrigados a desocupar as zonas e que Tel Aviv destruirá toda a infraestrutura do Hezbollah. Casas usadas como postos de ataque também serão demolidas.
 

Katz ainda advertiu que o país responderá com "força total" caso Teerã ataque Israel em reação à campanha militar israelense no território libanês. "Não abriremos mão do interesse supremo de segurança de Israel e da proteção de nossos cidadãos, e não nos retiraremos das zonas de segurança", afirmou. Segundo ele, o premiê Netanyahu informou Trump sobre as condições de Tel Aviv.
 

O Exército do Líbano pediu nesta segunda-feira que os moradores deslocados devido ao conflito adiem seu retorno às suas casas, citando "risco de violações e ataques por parte de Israel".
 

Um membro do Hezbollah disse à Reuters que o grupo não realizou nenhuma operação desde o anúncio do acordo, acrescentando que sua posição em relação ao cessar-fogo depende do cumprimento dele por parte de Israel. Houve relatos de disparos de artilharia em cidades do sul do Líbano, além da presença de um drone sobre Beirute.
 

O extremista Bezalel Smotrich, ministro das Finanças de Israel, disse que o acordo dos EUA com o Irã é ruim e também defendeu uma intensificação da campanha no Líbano. "Continuarei trabalhando para garantir que mantenhamos nossa posição e permitamos ao exército total liberdade de ação para continuar empurrando o Hezbollah para mais longe", afirmou.
 

O ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, adotou tom semelhante. "O acordo de Trump não nos vincula. Não somos parte desse acordo. Ele não garante nossa segurança", afirmou o líder de direita em um comunicado.
 

Segundo ele, Israel não deve aceitar nada menos que o desmantelamento completo do Hezbollah nem devolver qualquer território conquistado durante a campanha militar.
 

As críticas ao acordo também vieram da oposição. O ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, um dos principais candidatos nas próximas eleições israelenses, classificou o entendimento como uma "guinada perigosa para a segurança de Israel". Em comunicado, ele afirmou que os últimos quase três anos demonstraram a força da sociedade israelense e as fragilidades do governo Netanyahu.
 

Já Yair Golan, líder do partido de esquerda Democratas, argumentou que o acordo anulou os ganhos militares obtidos por Israel durante a guerra. "Com um simples traço de caneta, enormes conquistas militares foram apagadas, enquanto Netanyahu permaneceu à margem: fraco, doente, isolado e sem influência", afirmou.
 

Os detalhes do acordo de paz ainda não foram divulgados publicamente, mas o o fim dos ataques no Líbano sempre foi uma exigência de Teerã.
 

A assinatura do pacto está prevista para sexta-feira, em Genebra. Segundo pessoas envolvidas nas tratativas, o acordo prevê a reabertura do estreito de Hormuz e o fim do bloqueio aos portos iranianos.
 

Segundo Donald Trump, as restrições à navegação serão suspensas, enquanto uma autoridade iraniana afirmou que a passagem será reaberta a todas as embarcações comerciais após a assinatura do memorando.
 

A agência iraniana Fars, por sua vez, informou que o tráfego no estreito passará a ser regulado pelo Irã em coordenação com Omã. Citando uma pessoa a par das conversas, Teerã acrescentou uma cláusula sobre a cobrança de taxas por serviços marítimos ao acordo pouco antes de seu anúncio.

Rachão Grupo Varre Trilha reúne dezenas de ciclistas em Brumado

  • Evento de Mountain Bike contou com percurso de 43 quilômetros e reforçou a importância do esporte para a saúde e qualidade de vida
  • Brumado Urgente
  • 15 Jun 2026
  • 16:48h

Foto: Divulgação

Dezenas de ciclistas participaram do Rachão Grupo Varre Trilha, evento de Mountain Bike realizado em Brumado, que movimentou atletas e amantes do ciclismo em um percurso de 43 quilômetros. A largada aconteceu no bairro Apertado do Morro, reunindo participantes de diferentes idades em uma manhã marcada pela superação, integração e contato com a natureza.

Ao longo do trajeto, os competidores enfrentaram desafios característicos da modalidade, percorrendo estradas, trilhas e trechos que exigiram resistência física e técnica. Além do caráter esportivo, o evento proporcionou momentos de confraternização entre os participantes, fortalecendo a prática do ciclismo e incentivando hábitos saudáveis entre a população.

A realização do Rachão Grupo Varre Trilha contou com o apoio da Prefeitura Municipal de Brumado e do vereador Bizunga Ramos, parceiros importantes para o fortalecimento das atividades esportivas no município. O incentivo ao esporte tem sido fundamental para ampliar a participação da comunidade em eventos que promovem saúde, bem-estar e inclusão social.

O ciclismo vem ganhando cada vez mais espaço em Brumado por seus benefícios à saúde física e mental, além de estimular a ocupação saudável dos espaços públicos. Nesse contexto, o vereador Bizunga Ramos tem se destacado pelo apoio a diversas modalidades esportivas, contribuindo para a realização de eventos e ações que valorizam os atletas locais e fortalecem o desenvolvimento do esporte no município.

Cotada por Eduardo Bolsonaro para vice de Flávio, deputada gastou R$ 14,5 mil em viagem aos EUA

  • Bahia Notícias
  • 15 Jun 2026
  • 14:34h

Foto: Reprodução / Redes Sociais

A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC), defendida pelo deputado Eduardo Bolsonaro como possível vice na chapa de Flávio Bolsonaro por sua "lealdade", utilizou recursos da Câmara para uma viagem internacional em março, com o objetivo de participar da conferência conservadora CPAC, no Texas.

 

A deputada recebeu R$ 14,5 mil em diárias para passar quatro dias e meio nos Estados Unidos. Segundo relato da própria parlamentar, ela participou de uma missa, de painéis do evento e de um café da manhã entre mulheres para "troca de experiências, alinhamento de pautas e fortalecimento de conexões com representantes do movimento conservador internacional".

 

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) defendeu nas redes sociais na última quarta-feira (11) o nome da deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) para compor a chapa de seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL), como vice na disputa à Presidência da República. 

 

Em publicação na rede X, Eduardo afirmou que Zanatta está "à altura do cargo" por sua lealdade e pelas pautas que defende no Congresso. 

 

"Se os maus reclamam, este é o caminho", acrescentou.

 

A indicação de Júlia Zanatta representaria uma chapa puro-sangue do PL, com dois nomes do partido. Flávio ainda não definiu a vice, mas declarou em maio ter preferência por uma mulher no cargo.

Preço do petróleo cai após anúncio de acordo entre EUA e Irã

  • Por Diego Félix | Folhapress
  • 15 Jun 2026
  • 12:26h

Foto: REUTERS/Dado Ruvic/Ilustração

Os contratos futuros do barril de petróleo Brent para agosto abriram a sessão deste domingo (14) negociados a US$ 83,61, queda de 4,18%. A cotação, que é a menor desde 4 de março, foi diretamente influenciada pelos primeiros anúncios de que Estados Unidos e Irã firmaram um acordo para encerrar a guerra.
 

As negociações seguiram a tendência de forte queda na sexta-feira (12), quando os contratos a bateram US$ 86,50, o menor patamar desde março.
 

Neste domingo, o primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, disse que Estados Unidos e Irã chegaram a um acordo para encerrar os conflitos e realizarão, na próxima sexta-feira (19), uma cerimônia de assinatura dos termos de paz.
 

"O acordo com a República Islâmica do Irã está concluído", escreveu o presidente Donald Trump na Truth Social logo após o anúncio de Sharif.
 

Segundo a agência Reuters, o acordo foi alcançado apesar do ataque israelense ao Líbano neste domingo, movimento que atraiu críticas tanto do Irã quanto de Trump.
 

Os termos ainda não foram divulgados, mas Sharif disse que o pacto previa o "fim imediato e permanente das operações militares em todas as frentes, inclusive no Líbano".
 

Pessoas próximas às negociações disseram à Reuters que a minuta do acordo estabelece, entre outros pontos, a reabertura do estreito de Hormuz —rota marítima por onde passa cerca de 20% do petróleo e do gás natural comercializados globalmente—, o fim do bloqueio americano aos portos iranianos e a ampliação do período de cessar-fogo, abrindo caminho para negociar o fim do programa nuclear do Irã com um período adicional de 60 dias para conversas adicionais.
 

Trump afirmou que a abertura do estreito será feira "sem pedágio" e que o bloqueio naval dos EUA será encerrado.
 

"Navios do mundo, liguem seus motores. Deixem o petróleo fluir", disse Trump.
 

A guerra no Irã teve início em 28 de fevereiro, um sábado, dia em que o mercado está fechado. Na véspera, o barril era negociado a US$ 72,4. Desde então, os preços não pararam de subir e atingiram a máxima em 30 de março, com o barril custando US$ 118,3.
 

Um dos pontos centrais do conflito (e que causou a corrida de preços do petróleo no mundo) foi, justamente, o fechamento do estreito de Hormuz.
 

A cotação deste domingo é a menor desde 4 de março, quando o barril de brent futuro foi negociado pela última vez abaixo dos US$ 82.
 

Os contratos do petróleo WTI (West Texas Intermediate), usados nos EUA, são negociados a US$ 81, queda de 4,52%.
 

Com Reuters

Eduardo Bolsonaro sugere romper aliança com Novo após Zema criticar Flávio por caso Vorcaro

  • Bahia Notícias
  • 15 Jun 2026
  • 10:50h

Fotos: Pedro França/Agência Senado e Gil Leonardi/GOVMG

O deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL) sugeriu neste sábado (13) que seu partido rompa todas as alianças com o Novo, após o pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) voltar a criticar a relação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro, preso no escândalo do Banco Master. PL e Novo são aliados em estados como Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Goiás.

 

"Que postura vagabunda, critica Flávio Bolsonaro apenas porque ele queria estar no lugar do Flávio. Por mim rompia geral com o partido Novo", escreveu Eduardo no X, em resposta a um vídeo com fala de Zema.

 

A declaração de Zema foi dada em entrevista ao site Brasil Paralelo publicada na sexta-feira (12). O ex-governador de Minas Gerais afirmou não se arrepender das críticas feitas a Flávio após a revelação de conversas em que o pré-candidato do PL pede dinheiro a Vorcaro para financiar um filme sobre o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. 

 

"Teria como eu aplaudir alguém que se aproxima do maior banqueiro bandido da história do Brasil? Fiquei indignado, expressei minha indignação e não mudo em nada. Para mim, quem anda com bandido merece ser visto com cautela", disse Zema.

 

Questionado sobre uma doação de R$ 1 milhão da família Vorcaro ao Novo em Minas Gerais, Zema afirmou que o partido nunca se comprometeu com nenhuma contrapartida.

Dois homens são presos após jogar artefato explosivo em viatura no Curuzu

  • Bahia Notícias
  • 15 Jun 2026
  • 08:47h

Foto: Reprodução / g1

ois homens foram presos, na madrugada de domingo (14), suspeitos de hostilizar policiais militares durante uma festa do tipo paredão, no bairro do Curuzu, em Salvador. Conforme divulgado pelo g1, os PMs registraram uma ocorrência com artefato explosivo jogado em viatura e tentativa de tomar arma de agentes. 

 

Segundo a Polícia Militar (PM), agentes da 37ª Companhia Independente (CIPM) estiveram no local após receberem denúncias da presença de homens armados no evento, que foi realizado ilegalmente. No local, eles teriam sido hostilizados pelos participantes, que passaram a arremessar garrafas e artefatos explosivos de fabricação caseira contra a guarnição. 

 

Ainda segundo a corporação, um dos artefatos jogados atingiu o interior da viatura policial, causando danos ao veículo. Durante a ocorrência, alguns indivíduos ainda entraram em luta corporal com os militares e tentaram tomar as armas deles, sem sucesso.

 

Com apoio, os policiais conseguiram autuar a dupla, que foi encaminhada para a Central de Flagrantes, onde o caso foi registrado. Os demais conseguiram fugir. O carro usado na festa foi removido e encaminhado ao pátio da Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador).

Brumado: Casa pega fogo no Bairro São Félix e Corpo de Bombeiros é acionado

  • Brumado Urgente
  • 14 Jun 2026
  • 16:27h

Foto: Laércio de Morais I Brumado Urgente

Uma residência pegou fogo na Rua da Abolição no Bairro São Félix no início da tarde deste domingo (14). Conforme populares que acompanhavam o desfecho das chamas combatidas pelos militares do Corpo de Bombeiros de Brumado, a moradia estava vazia no momento em que as chamas tomaram conta do imóvel.

Ainda conforme informações colhidas in loco pela redação do BU, os proprietários da casa não estavam no momento do incêndio, e, felizmente, até então não há notícias de feridos ou queimados pelas chamas.

Ao que tudo indica, só houve mesmo prejuízos materiais. E chamas foram debeladas rapidamente pelos bombeiros. Ainda não se sabe as causas do incêndio, e apenas uma perícia poderá indicar com precisão o que de fato aconteceu.

Foto: Laércio de Morais

Educação Ambiental em Foco: Estudantes Vivenciam Aprendizado ao Ar Livre

  • Atividade promove conscientização sobre preservação ambiental, mudanças climáticas e proteção dos biomas brasileiros
  • Brumado Urgente
  • 14 Jun 2026
  • 16:01h

Foto: Divulgação

Os alunos do 1º ano do Ensino Médio do Centro Educacional Monteiro Lobato participaram de uma atividade educativa voltada à conscientização ambiental. Realizada em um espaço público, a ação proporcionou aos estudantes uma experiência prática de aprendizado sobre a importância da preservação das áreas verdes urbanas como estratégia para reduzir os impactos das mudanças climáticas e do aquecimento global.

Acompanhados pelo professor Célio, os estudantes apresentaram e compartilharam pesquisas relacionadas à conservação dos biomas brasileiros, aos efeitos da desertificação no estado da Bahia e aos desafios enfrentados por diversas espécies nativas da fauna e da flora. Durante o encontro, também foram debatidos os possíveis impactos do fenômeno Super El Niño, especialmente para as regiões Nordeste e Sul do país.

Encerrando a programação, alunos e professor participaram de uma atividade lúdica que uniu conhecimento e descontração. O momento contribuiu para tornar o aprendizado ainda mais significativo, reforçando a importância da educação ambiental na formação de cidadãos conscientes e comprometidos com a preservação do meio ambiente.

Brumado: Café com Aroma & Networking acontece neste sábado (13/06) no Armazém Juá

  • Brumado Urgente
  • 12 Jun 2026
  • 18:09h

Fotocomposição: Brumado Urgente

Será neste sábado (13/06), a partir das 09:00h no Armazém Juá, que fica localizado na Av. Sargento Antenor, nº 310, Bairro Campo de Aviação.

Com objetivo de estreitar as conexões e crescimento mútuo entre os participantes, o evento visa propiciar momentos que possam gerar insights, para novas perspectivas, soluções de problemas ou mesmo melhorias a algo já existente.

A experiência de um encontro como este pode ser um divisor de águas nos negócios, na vida social, ou mesmo em diferentes áreas que podem sofrer mudanças substanciais e uma virada de chave que pode ser a diferença entre avançar ou ficar para trás.
Este é o seu chamado, uma xícara de café, conexões poderosas e uma jornada de crescimento esperam por você. Não deixe esta oportunidade passar.

Governo calcula impacto fiscal de R$ 111 bi por ano com pautas-bomba no Congresso

  • Por Guilherme Pimenta | Folhapress
  • 12 Jun 2026
  • 16:35h

Fotos: Marcelo Camargo / Agência Brasil / Waldemir Barreto / Agência Senado

Os ministérios da Fazenda e do Planejamento divulgaram uma nota conjunta informando que nove pautas-bomba em tramitação no Congresso Nacional têm um impacto anual estimado em R$ 111 bilhões para as contas públicas.
 

Na estimativa, a pasta informa que o projeto de renegociação das dívidas rurais, aprovado ontem pelo Senado contrariando ao apelo da equipe econômica, tem impacto de R$ 140 bilhões em 13 anos. A nota não explica, no entanto, como o governo chegou a essa estimativa, tampouco porque houve uma redução em relação à projeção anterior, de R$ 817 bilhões em 13 anos.
 

Como foi alterado em relação ao texto aprovado na Câmara dos Deputados, o projeto voltará para uma segunda análise dos deputados. Ontem, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, ressaltou que a redução na estimativa ocorreu devido aos ajustes feitos de última hora no texto.
 

Nesta quinta-feira (11), a FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária) divulgou uma nota criticando as estimativas do governo, questionando o motivo da mudança do impacto. Na véspera, Durigan reafirmou que o custo superaria R$ 800 bilhões nos próximos 13 anos.
 

Ainda ontem, a Comissão de Assuntos Sociais do Senado, por outro lado, aprovou o projeto que eleva o piso salarial de médicos e cirurgiões-dentistas de R$ 3.600 para R$ 13,6 mil. De acordo com a Fazenda, aumentaria a despesa da união em R$ 8,4 bilhões por ano
 

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), também do Senado, aprovou a PEC (proposta de emenda à Constituição) que efetiva vínculos temporários e afrouxa as regras de aposentadoria para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. O custo estimado é de R$ 3 bilhões ao ano, chegando a R$ 30 bilhões em uma década.
 

Em relação a essas pautas, o governo estuda questionar as aprovações no STF (Supremo Tribunal Federal), ainda que estejam em tramitação no parlamento e possam sofrer mudanças.
 

"As estimativas combinam renúncias de receita e despesas obrigatórias, incluindo equalização de taxas juros e impactos previdenciários, que afetam as contas públicas de maneira direta. As médias anuais pressupõem distribuição uniforme dos custos, sem atualização monetária, de modo que o impacto efetivo em cada exercício pode ser superior", diz a nota da equipe econômica.
 

O texto ainda cita o projeto de lei complementar que eleva o teto do Simples Nacional, informando que a perda de arrecadação poderia ser de R$ 50 bilhões por ano. Já a PEC que amplia o FPM (Fundo de Participação dos Municípios) reduziria as receitas em R$ 10 bilhões anuais.
 

A PEC que amplia a imunidade tributária de templos religiosos, por sua vez, teria custo de R$ 10 bilhões por ano. O projeto que cria benefícios para entidades sem fins lucrativos representaria uma perda de arrecadação de R$ 1 bilhão por ano.
 

Já a proposta de emenda à Constituição que vincula recursos ao Sistema Único de Assistência Social tem potencial de gerar uma despesa a de R$ 9 bilhões por ano. O projeto de lei que cria um novo programa de regularização de dívidas tributárias teria custo de R$ 8,8 bilhões ao ano.

MP-BA investiga reajustes de até 56% nas mensalidades da Unijorge para 2026

  • Bahia Notícias
  • 12 Jun 2026
  • 14:20h

Foto: Reprodução / Redes Sociais

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) instaurou, no último dia 29 de maio, um procedimento preparatório para inquérito civil contra a ASBEC – Sociedade Baiana de Educação e Cultura Ltda., conhecida como o Centro Universitário Jorge Amado (Unijorge), diante de denúncias de aumentos abusivos nas mensalidades para o ano letivo de 2026.

 

Segundo as notícias de fato registradas, os reajustes anunciados pela instituição variam entre 24% e 56%, percentuais considerados desproporcionais por estudantes e pelo próprio órgão ministerial. A investigação, conduzida pela 3ª Promotoria de Justiça do Consumidor de Salvador, apura suposta ilegalidade na fixação dos novos valores, ausência de transparência e violação ao direito à informação adequada.

 

De acordo com o documento assinado pelo promotor Saulo Murilo de Oliveira Mattos, os consumidores relataram que a Unijorge não apresentou planilha de custos detalhada, descumprindo o artigo 1º, §3º, da Lei nº 9.870/99, que regula o reajuste das mensalidades escolares. Em vez disso, a instituição teria disponibilizado apenas informações genéricas e projeções sem comprovação objetiva dos aumentos.

 

Além da questão financeira, as denúncias apontam falhas estruturais persistentes na universidade, incluindo problemas de infraestrutura, manutenção, higiene, segurança e qualidade dos serviços educacionais.

 

Para o Ministério Público, esse cenário evidencia um possível descompasso entre o valor cobrado e o serviço efetivamente prestado, o que agrava o quadro de violação aos direitos dos consumidores. Os estudantes anexaram aos autos boletos, comprovantes de pagamento e extratos financeiros, demonstrando a elevação dos valores sem justificativa adequada.

 

O órgão ministerial destaca que, mesmo diante da insatisfação coletiva e de tentativas de solução administrativa, a instituição de ensino não promoveu a revisão dos reajustes. De acordo com o MP-BA, a conduta da Unijorge pode configurar infração a normas de proteção e defesa do consumidor, notadamente quanto ao direito à transparência contratual, à boa-fé objetiva e à vedação de práticas abusivas e de onerosidade excessiva.

Bahia alcança 98% de digitalização na mineração, mas registra 39 casos de extração mineral ilegal nos últimos anos

  • Por Mauricio Leiro / Ronne Oliveira/Bahia Notícias
  • 12 Jun 2026
  • 12:25h

Foto: Reprodução / Ministério Público da Bahia (MP-BA)

A atividade minerária na Bahia vive um cenário de contrastes. Enquanto o estado avança na modernização administrativa e se destaca nacionalmente pela digitalização de processos com 98%, os órgãos de controle ainda enfrentam desafios relacionados à fiscalização em campo e ao combate ao transporte irregular de substâncias minerais.

 

Dados obtidos com exclusividade por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) pelo Bahia Notícias mostram que a Agência Nacional de Mineração (ANM) aplicou 36 sanções administrativas na Bahia entre 2022 e 2026. As informações detalham operações de fiscalização, autuações e penalidades financeiras registradas no estado durante o período.

 

SANÇÕES NA BAHIA
O levantamento revela que a maior parte das sanções ficou concentrada em uma única empresa, responsável por 34 das 36 penalidades aplicadas. Juntas, essas 34 multas somam R$ 124.725,71, evidenciando um elevado grau de concentração das ações punitivas da agência reguladora no território baiano.

 

As outras duas multas são no valor de R$ 4.023,41 da Petrobras, ou Petróleo Brasileiro S/A. Além das autuações administrativas, a fiscalização da mineração na Bahia também enfrenta o desafio de conter o transporte clandestino de substâncias minerais.

 

Ao todo, a superintendência baiana da ANM identificou 39 casos de extração ilegal dentro das divisas estaduais. Entre os materiais encontrados estão minérios de ouro, ametista, diamante, manganês, mármore, granito, salgema, gnaisse, areia e quartzito.

 

Os registros demonstram a diversidade da produção mineral baiana. Entre 2020 e 2026, foram mapeadas 546 substâncias minerais distintas em circulação ou exploração no estado. Para ampliar o controle sobre a atividade, a ANM realizou 51 fiscalizações presenciais em barragens e empreendimentos minerários distribuídos por nove municípios baianos entre 2022 e 2026. 

 

Os municípios com maior número de fiscalizações são na região do sudoeste baiano, em Maiquinique e Caetité.  

 

 

Enquanto enfrenta desafios operacionais em um território de grandes dimensões, a Bahia aparece entre os estados mais avançados do país na digitalização dos processos minerários.

 

Segundo painel de monitoramento da ANM atualizado em maio de 2026, 98% dos processos minerários ativos no estado já migraram para o formato eletrônico. O índice supera com ampla margem a média nacional, atualmente em 85,25%.

 

A Bahia integra o grupo de destaque do Nordeste na modernização administrativa, ao lado de Alagoas (99,58%) e Sergipe (99,03%). O desempenho contrasta com estados de forte tradição minerária que ainda apresentam dificuldades na transição digital. Minas Gerais possui 59,55% dos processos digitalizados, enquanto o Amazonas registra apenas 23,15%.

 

 

De acordo com a ANM, a digitalização integral permite reduzir atividades burocráticas, acelerar análises técnicas e direcionar equipes para ações de fiscalização e acompanhamento das operações minerárias.

 

DADOS HISTÓRICOS 
Apesar dos avanços tecnológicos recentes, a agência reconhece que ainda existem dificuldades para acessar informações históricas da fiscalização mineral.

 

Antes de 2017, os registros eram armazenados fisicamente nas superintendências regionais, o que dificultava a consolidação automática dos dados. A ANM também informa que os sistemas atuais não vinculam automaticamente as multas às fiscalizações que originaram as penalidades.

 

Na prática, cidadãos e pesquisadores ainda precisam realizar consultas individuais em plataformas como o Cadastro Mineiro e o portal CONAD para reconstruir o histórico completo das autuações. A segurança de barragens também passou por transformações significativas na última década.

 

Após os desastres de Mariana, em 2015, e Brumadinho, em 2019, a fiscalização foi ampliada em todo o país. O número de vistorias saltou de 116 em 2015 para 329 em 2016, impulsionado por forças-tarefa e auditorias especializadas.

 

A partir de 2022, com a criação da Superintendência de Segurança de Barragens, a ANM passou a adotar uma metodologia baseada em matriz de risco. O novo modelo prioriza estruturas consideradas mais críticas e concentra esforços na análise técnica dos Planos de Segurança de Barragens apresentados pelas mineradoras.

 

Essa mudança busca direcionar recursos para empreendimentos com maior potencial de risco, substituindo uma lógica baseada apenas na quantidade de inspeções por uma estratégia focada na prevenção de acidentes e na gestão de estruturas consideradas sensíveis.

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