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Netflix libera download de filmes e séries no Brasil

  • 30 Nov 2016
  • 19:02h

(Foto: Reprodução)

A Netflix liberou ao usuário brasileiro, nesta quarta-feira (30), a visualização de seus filmes e séries offline. A ferramenta está disponível após atualização do aplicativo, bastando o usuário escolher um título, baixar na memória do celular ou tablet e assistir offline. “Agora você pode assistir suas histórias favoritas em qualquer lugar, mesmo sem internet. Atualize seu app e boa maratona. #NetflixOffline”, anunciou o serviço de streaming, por meio de suas redes sociais. 

'Verdades secretas' ganha o Emmy Internacional 2016

  • 22 Nov 2016
  • 18:00h

A produção brasileira "Verdades secretas", exibida pela TV Globo, ganhou nesta segunda-feira (21) o Emmy Internacional, considerado o Oscar da TV mundial. A cerimônia de entrega do evento organizado pela Academia Internacional de Artes & Ciências Televisivas aconteceu em Nova York, nos Estados Unidos (veja abaixo a lista de ganhadores). Com autoria de Walcyr Carrasco e direção artística de Mauro Mendonça Filho, "Verdades secretas" concorria com outra produção da emissora, "A regra do jogo", de João Emanuel Carneiro. Também disputavam uma produção canadense e outra filipina. "'Verdades secretas' foi uma novela onde mergulhei profundamente, um trabalho feito com a alma", afirmou Carrasco, que foi ao palco da premiação acompanhado das atrizes Camila Queiroz, Grazi Massafera, Guilhermina Guinle e Agatha Moreira, dos diretores-gerais André Felipe Binder e Natalia Grimberg, do diretor Allan Fiterman e da produtora de elenco Bruna Bueno. O autor citou que a trama "foi uma novela inovadora, que trouxe assuntos polêmicos, como a prostituição no mundo da moda – o famoso book rosa – e a destruição humana causada pelo crack". 

E concluiu: "Foi libertador escrevê-la. Em si só, uma viagem profunda ao meu interior como artista". Em nota, o diretor Mauro Mendonça Filho, que não pôde estar em Nova York, parabenizou o autor: "Estou muito feliz pelo Walcyr. Ele merece, pois foi uma novela ousada". Ao todo, a Globo tinha seis nomes entre os indicados ao prêmio, em cinco categorias diferentes. Na história, a emissora tem agora 15 prêmios Emmy Internacional. O diretor-geral da Rede Globo, Carlos Henrique Schroder, comemorou a premiação da edição 2016: "Acho que tem uma preocupação constante de buscar temas que a sociedade gostaria de ver no ar. E a gente tenta ouvir a sociedade e traduzir através de conteúdos, através de uma produção que – seja de ficção ou seja de realidade – traga de volta para ela aquilo que ela deseja ver no ar".Grazi e Nero não levaram
Grazi Massafera ("Verdades secretas") e Alexandre Nero ("A regra do jogo") estavam entre os concorrentes aos prêmios de melhor atriz e ator. Em entrevista ao "Bom Dia Brasil" ainda no tapete vermelho, Nero, que na novela interpretou o ex-vereador corrupto Romero Rômulo, comemorou a indicação. "É meio fantasioso, uma brincadeira de criança. É muito mais longe do que a gente esperava", disse. O vencedor na categoria foi o americano Dustin Hoffman ("Roald Dahl's esio trot") Já na categoria de Grazi, que na novela viveu uma modelo viciada em crack, a escolhida foi a atriz britânica Christiane Paul ("Under the radar"). Após a entrega do prêmio de melhor novela para "Verdades secretas", Grazi disse sentir "muito orgulho" do trabalho.

'Zorra' e 'Os experientes' concorreram
O humorístico "Zorra", reformulado no ano passado, foi indicado a melhor série de comédia. O prêmio foi para a produção britânica "Hoff the Record". Também disputou "Os experientes", coprodução da Globo com a O2 Filmes, indicada a melhor minissérie. O prêmioi foi para "Capital", da BBC. Pelo Brasil, também concorria "Adotada", da MTV, na categoria melhor programa de entretenimento não roteirizado. A produção suíça "Allt För Sverige" venceu a categoria. No ano passado, duas produções da Globo foram premiadas com o Emmy Internacional. "Império" levou o prêmio de melhor novela e o especial "Doce de mãe" ganhou como melhor comédia.

Veja a lista dos indicados nas categorias com brasileiros (em negrito os vencedores):

Melhor ator
Dustin Hoffman  ("Roald Dahl's esio trot") - Reino Unido
Alexandre Nero  ("A regra do jogo") - Brasil
Florian Stetter  ("Nackt unter wölfen") - Alemanha
James Wen  ("Echoes of time") - Cingapura

Melhor atriz
Judi Dench ("Roald Dahl's esio trot") - Reino Unido
Jodi Sta. Maria  ("Pangako sa'yo") - Filipinas
Grazi Massafera  ("Verdades secretas") - Brasil
Christiane Paul  ("Under the radar") - Alemanha

Comédia
"Dix pour cent"  - França
"Hoff the record" - Reino Unido
"Puppet nation ZA" - África do Sul
"Zorra" - Brasil

Novela
"30 Vies - Samuel Pagé" - Canadá
"Bridges of love" - Filipinas
"A regra do jogo" - Brasil
"Verdades secretas"  - Brasil

Minissérie
"Capital" - Reino Unido
"Nackt unter wölfen" - Alemanha
"Os experientes" - Brasil
"Splash splash love" - Coreia do Sul

Programa de entretenimento não-roteirizado
"Adotada" - Brasil
"Allt för sverige" - Suécia
"Gogglebox" - Reino Unido
"I can see your voice" - Coreia do Sul

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99% dos dermatologistas acham que pacientes não usam filtro solar suficiente

  • 13 Nov 2016
  • 20:04h

(Foto: Reprodução)

Um estudo realizado nos Estados Unidos e publicado na revista "Jama Dermatology" apontou que quase todos os dermatologistas acreditam que seus pacientes não estão seguindos os seus conselhor acerca do uso de protetor solar de maneira adequada. "Existe uma longa e compreensível lista de razões pelas quais a maioria das pessoas não usa filtro solar o suficiente: a loção é desconfortável, inconveniente de aplicar, nem sempre disponível, cara e a lista continua", diz o principal autor do estudo, Aaron Farberg. O estudo realizou uma pesquisa com 156 dermatologistas americados e cada um deles concordou que o protetor solar reduz o envelhecimento da pele e 97% concordaram que também reduz o risco de câncer. No entanto, 99% também acreditam que seus pacientes não aplicam filtro solar de forma suficiente. De acordo com a Associação Americana de Dermatologia (AAD), a maior parte das pessoas precisa de quase 30 ml de filtro para cobrir todas as partes expostas do corpo.

Cientistas criam lista de músicas capaz de reduzir ansiedade

  • 13 Nov 2016
  • 18:01h

(Foto: Reprodução)

Um estudo realizado pela organização britânica Mindlab teve como resultado uma playlist que promete combater a ansiedade. Para selecionar um total de 10 músicas, a equipe de cientistas analisou um grupo de voluntários durante algumas tarefas de lógica elaboradas para induzir níveis de stress. Durante as atividades, os participantes ouviram uma série de músicas, segundo a revista Exame. Por meio de sensores, foi possível medir a atividade cerebral dos voluntários, além de obter informações como batimentos cardíacos, pressão sanguínea e o ritmo da respiração. A primeira música da lista é "Weightless", do grupo Marconi Union, composta em parceria com a British Academy of Sound Therapy com o objetivo de provocar relaxamento. Essa canção é capaz de reduzir a ansiedade em até 65%, de acordo com os especialistas. Essas são as 10 músicas da playlist: "Weightless",  Marconi Union; "Electra", Airstream; "Mellomaniac – Chill Out Mix", DJ Shah; "Watermark", Enya; "Strawberry Swing", Coldplay; "Please Don’t Go", Barcelona; "Pure Shores", All Saints; "Someone Like You", Adele; "Canzonetta Sull’aria", Mozart; "We Can Fly", Café Del Mar.

Quanto dinheiro o Facebook ganha com você (e como isso acontece)

  • 13 Nov 2016
  • 09:04h

(Foto: Reprodução)

A maior das redes sociais, o Facebook, está faturando mais do que nunca e a razão desse sucesso não é nenhum segredo: os seus usuários. Em apenas três meses, entre julho e setembro deste ano, a receita do Facebook foi de mais de US$ 7 bilhões (R$ 22 bilhões), segundo a própria empresa. O valor supera o Produto Interno Bruto (PIB) de mais de 40 países, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI). O número cada vez maior de usuários do Facebook representa novos clientes potenciais de empresas que pagam por espaços publicitários na rede social. Segundo o portal Statista, especializado em estatíticas e bases de dados, de julho a setembro o Facebook teve 1,79 bilhão de usuários ativos -- o que equivale a um quarto da população mundial.

 

Quanto o Facebook ganha com você?
Se o faturamento trimestral da rede social for dividido pelo número de usuários, chega-se a US$ 4,01 (R$ 12,54) -- é o que cada usuário rende em média no período. Se for feita uma projeção anual deste valor, o resultado será US$ 16,04 (R$ 50) - é o que o quanto cada um ajudou o Facebook a ganhar em 12 meses. Houve um aumento considerável em relação ao ano passado, quando esse valor era de US$ 11,88 (R$ 37,6). O valor sobe à medida que cresce o número de usuários do Facebook. No entanto, o valor econômico dos usuários varia geograficamente, de acordo com o faturamento publicitário de cada região. Segundo os balanços divulgados pelo próprio Facebook, entre julho e setembro, cada usuário dos EUA e Canadá representou US$ 15,65 de faturamento (em torno de R$ 50), enquanto na Europa o valor foi de US$ 4,72 (cerca de R$ 15). No resto do mundo (excluindo a região Ásia-Pacífico), a média trimestral foi de US$ 1,21 (pouco mais de R$ 3) por usuário.

Publicidade bilionária
Do faturamento de US$ 7 bilhões anunciado pelo Facebook, US$ 6,82 bilhões correspondem a publicidade. E dessa publicidade, informa o jornal britânico "Telegraph", 84% são propagandas criadas para serem vistas em telefones celulares. Isso não acontece por acaso. Calcula-se que 90% dos usuários do Facebook acessam suas contas pelo celular. "Tivemos outro bom trimestre", disse Mark Zuckerberg ao divulgar os resultados da companhia. Mas por que cada vez mais empresas anunciam no Facebook? Porque a rede social lhes oferece a possibilidade de atingir públicos muito específicos, segmentados por idade, sexo, escolaridade, profissão e mesmo por seus passatempos. Ao abrir uma conta na rede de Zuckerberg, o usuário dá permissão para que sua informação pessoal seja utilizada pela rede. Tudo o que é postado permite que a rede social conheça nossos hábitos e gostos. Isso é exatamente o que se oferece aos anunciantes. É por isso que, se você gosta de viajar, certamente vê na página muitas propagandas de companhias aéreas. Se for estudante, talvez veja mais anúncios de fabricantes de computadores.

O Facebook deveria pagar aos usuários?
O gigantesco faturamento da rede social despertou a discussão sobre se o Facebook não deveria remunerar os usuários de alguma forma. Muitos acreditam que estes mereceriam uma compensação já que sua informação pessoal é vital para a venda de publicidade na rede. "A maior inovação do Facebook não é a rede social, mas o fato de ter convencido as pessoas a darem muita informação em troca de quase nada", explica Tim Wu, professor de direito da Universidade Columbia, em Nova York. "Se fossemos inteligentes, pediríamos ao Facebook que nos pagasse", disse Wu em entrevista à revista americana "The New Yorker". No livro "Bem-vindo ao Futuro - Uma Visão Humanista Sobre o Avanço da Tecnologia" ("Who Owns the Future?", no original em inglês), o escritor e cientista da computação americano Jaron Lanier chega a uma conclusão semelhante. Para ele, a informação pessoal deve ser tratada com bem que merece ser remunerado. Quando se acessa a página do Facebook, logo abaixo da barra azul onde deve-se escrever e-mail e senha, lê-se: "Sign Up" ("Cadastre-se"). E, logo abaixo, a frase: "It's free and always will be" ("É grátis e sempre será"). Mas os dois especialistas concordam que os usuários pagam o Facebook com a sua informação pessoal. E é essa a moeda de troca que torna rentável o bilionário modelo de negócio do gigante das redes sociais.

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Estudo comprova que mulheres têm memória melhor do que a dos homens

  • 12 Nov 2016
  • 18:01h

(Foto: Reprodução)

Cientistas norte-americanos confirmaram que mulheres de meia-idade têm melhor memória que os homens da mesma faixa etária. A vantagem está ligada ao período em que a memória das mulheres passa a enfraquecer: apenas após a menopausa. Os pesquisadores reuniram, segundo o jornal O Globo, 212 homens e mulheres com idades entre 45 e 55 anos com o objetivo de avaliar memória episódica, função executiva, processamento semântico e inteligência verbal estimada, entre outros aspectos. O estudo identificou que, antes e durante a menopausa, as mulheres apresentam memória melhor do que aquelas que já passaram pelo período. Os cientistas associaram as taxas mais baixas aos níveis do hormônio estradiol em mulheres na pós-menopausa, que são reduzidos.

Metade dos brasileiros não leem as informações do rótulo de alimentos

  • 06 Nov 2016
  • 14:01h

(Foto: Reprodução)

Uma pesquisa do Datafolha apontou que 48% dos brasileiros não costumam ler as informações do rótulo. De acordo com a apuração encomendada pela Aliança de Controle do Tabagismo (ACT), entre os 52% que leem os ingredientes e a tabela nutricional dos alimentos, aqueles que dizem entender "mais ou menos" se configura como 35%. Outros 14% dizem que entendem bem e 3% que não entendem. Para que a pesquisa fosse realizada, 2.573 pessoas foram ouvidas em 160 cidades.

Bebê que dorme no quarto com pais têm risco de morte reduzido à metade

  • 30 Out 2016
  • 14:06h

(Foto: Reprodução)

Os recém-nascidos deveriam dormir no mesmo quarto que os seus pais, mas em seu próprio berço, para reduzir os riscos de mortalidade relacionados com o período de sono, como a síndrome da morte súbita do lactente (SMSL), segundo novas recomendações da Academia Americana de Pediatria (AAP). Esta prática deve ser realizada pelo menos durante os seis primeiros meses de vida e, se possível, até o bebê completar um ano de idade, afirmou a associação médica, que observou que colocar o bebê para dormir no quarto dos pais reduz em até 50% o risco de morte súbita. O relatório foi apresentado na segunda-feira na conferência anual da AAP, que é realizada em San Francisco, na Califórnia, e foi publicado no site da revista médica Pediatrics. Trata-se da primeira atualização das recomendações da AAP desde 2011 para criar um ambiente de sono mais seguro para os lactentes. “Sabemos que os pais podem se ver extenuados com a chegada ao mundo de uma criança, e queremos lhes proporcionar um guia claro e simples sobre a forma e o lugar para eles dormirem”, explica Rachel Moon, autora principal das recomendações. Cerca de 3.500 bebês morrem nas suas camas a cada ano nos Estados Unidos, devido principalmente à SMSL e à asfixia acidental. O índice de mortalidade de recém-nascidos diminuiu na década de 1990 após o lançamento de uma campanha nacional para melhorar sua segurança durante as horas de sono, mas depois se estagnou.

O relatório da AAP recomenda deitar os bebês de barriga para cima em uma superfície firme no berço, coberta com um lençol bem esticado, assim como evitar cobertores, travesseiros ou bichinhos de pelúcia que possam cobri-los e gerar um calor excessivo. Os bebês correm um risco maior de morte súbita entre o primeiro e o quarto mês de vida, mas novos estudos mostram que os cobertores, travesseiros e outros objetos moles são perigosos inclusive para os bebês maiores de quatro meses, afirma a AAP. Os estudos também mostram que colocar o bebê para dormir com a barriga para cima reduziu 53% a mortalidade por SMSL entre 1992 e 2001. Contato com a mãe Nas suas novas recomendações, os pediatras americanos insistem também na importância do contato físico entre a mãe e o recém-nascido imediatamente após o nascimento, independente do tipo de parto. Com isso, o bebê é mais feliz e a sua temperatura corporal é mais estável e normal, assim como seu ritmo cardíaco, afirmam os médicos. O contato com a pele da mãe faz com que o recém-nascido conviva com as mesmas bactérias e desenvolva, assim, seu sistema imunológico. O contato físico com a mãe e a lactância parecem ser importantes para a prevenção de alergias, diz a AAP. Amamentar os bebês também aumenta a proteção contra a SMSL, de acordo com o estudo.

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Consumo de álcool tem se igualado entre mulheres e homens, segundo estudo

  • 29 Out 2016
  • 19:01h

(Foto: Reprodução)

O consumo de bebidas alcoólicas tem se equiparado entre mulheres e homens, de acordo com um estudo publicado no periódico BMJ Open. Mais observada entre jovens adultos, a tendência pode levar a problemas de saúde, alertaram os pesquisadores. "O uso de álcool e as desordens relacionadas historicamente foram vistas como um fenômeno masculino", afirmaram. "Este estudo coloca esta afirmativa em questão e sugere que mulheres jovens devem se tornar alvo de esforços para reduzir o impacto dessa substância e os danos relacionados". Foram analisados dados de 68 estudos publicados entre 1980 e 2014 em todo o mundo, com mais de 3 milhões de entrevistados no total. OS dados foram agrupados a partir da quantidade e frequência do consumo de álcool, problemas com relação ao consumo e danos associados. Entre 1891 e 1910, o consumo entre os homens era 2,2 vezes maior. Já entre 1991 e 2000, a relação é de 1,1.

Dormir é tão importante para a saúde quanto comer bem e praticar exercício

  • 16 Out 2016
  • 07:00h

(Foto: Reprodução)

Quantas horas por dia você tem dormido? Acha suficiente? Quem dorme pouco, sofre as consequências desse péssimo hábito para a nossa saúde. O endocrinologista Doutor Bruno Halpern explica que dormir é tão importante quanto comer bem e praticar atividade física e o psiquiatra Doutor Daniel Barros dá dicas importantes para sofrer menos na hora em que o despertador toca.

Saiba mais
Nós não fomos feitos para voar, respirar embaixo d'água e nem para ficarmos acordados à noite, a saúde cobra um preço por isso. Mesmo assim, horas de sono são sacrificadas todos os dias, o brasileiro é o povo que dorme mais tarde e acorda mais cedo.

Horário de verão
Mais fácil atrasar o horário de dormir do que adiantar o de acordar, por isso, o horário de verão é de difícil adaptação, especialmente para os noturnos. Isso ocorre por causa do nosso relojinho interno, que é capaz de ter um ciclo de 26 horas.

Ritual para dormir
Crie o seu. Estudos mostram que enrolar para dormir também é uma causa de pouco sono. Isto significa que, muitas vezes, não é o trabalho, o estudo ou o filho que atrasam o sono, mas distrações de que gostamos, como livros, revistas ou eletrônicos. 

Dicas de ouro: anote em um papel o que te preocupa. E esqueça essa preocupação. Scaneie o corpo mentalmente, concentrando em cada parte, e projete mentalmente imagens relaxantes. Pensar em carneirinhos e cachoeiras também ajuda.

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Pessoas que melhoram sua dieta reduzem risco de diabetes

  • 15 Out 2016
  • 18:02h

(Foto: Reprodução)

Adotar uma dieta saudável pode diminuir o risco de diabetes tipo 2 ao longo do tempo, enquanto piorar a dieta frequentemente leva a um aumento do risco, segundo um estudo americano publicado em setembro."Apesar de recentes recomendações de saúde pública terem focado de forma crescente na melhora geral da qualidade da dieta, as evidências sobre se mudar a dieta na idade adulta tem impacto na prevenção da diabetes em longo prazo são limitadas", disse a principal autora do estudo, Sylvia H. Ley, da Universidade Harvard. "Conseguimos evidência de que melhorar a qualidade da dieta na idade adulta está associado à prevenção da diabetes tipo 2, enquanto piorar a qualidade da dieta está associado a um risco aumentado de diabetes", acrescentou. 

Os pesquisadores analisaram dados de mais de 124 mil adultos que não tinham diabetes no início de três grandes estudos de longo prazo que avaliaram estilo de vida e resultados de saúde. Os voluntários foram observados por ao menos 20 anos e classificaram a qualidade de sua dieta a cada quatro anos. Houve 9.361 casos de diabetes tipo 2 durante os estudos. Quando a qualidade da dieta diminuiu em mais de 10% entre os levantamentos feitos a cada quatro anos, o risco de diabetes subiu em 34%. Melhorar a qualidade da dieta na mesma proporção levou a uma queda de 16% no risco de desenvolver diabetes. Para os fins do estudo, uma dieta mais saudável incluiu maior consumo de vegetais, frutas, grãos integrais, nozes e legumes e menor consumo de carne vermelha ou processada, bebidas açucaradas e sucos de fruta, gordura trans e sódio, assim como consumo moderado de álcool.

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Ter um cachorro diminui o risco cardíaco, diz Associação Americana

  • 15 Out 2016
  • 08:01h

(Foto: Reprodução)

Terapia, ginástica, carinho, o que os animais de estimação podem fazer para melhorar a sua saúde? Ter um bichinho faz bem para o coração? O cardiologista Dr. Marcelo Sampaio garante que sim e explica porquê. O também cardiologista e consultor do programa Dr. Roberto Kalil comenta o quanto nosso estado emocional, principalmente a depressão, influencia na saúde do coração. A ciência já comprova. A Associação Americana do Coração concluiu que ter um cachorro diminui o risco cardíaco por aumentar a atividade física, ajudar a reduzir a pressão arterial, o colesterol, a lidar com o estresse e ainda ajudar a emagrecer. Ainda segundo a American Heart, cachorros ajudam a não ter vergonha de fazer exercício e esse é um impedimento para muitas pessoas obesas.

Cachorros ajudam a concentrar no momento presente, segundo a Universidade de Harvard: esse princípio da meditação é comprovadamente benéfico à saúde mental.Importante lembrar que os benefícios vêm da boa relação com o bicho, mas o animal não é um remédio sozinho: você tem de fazer sua parte! Passear e brincar com o cão, dar vacinas e um lugar livre de insetos, além de um abrigo quentinho. Isso é parte do compromisso com o bichinho. E nunca abandone, isso é crime!

Esporotricose
A esporotricose é uma micose que atinge os gatos e os seres humanos. Ela é causada por um fungo que vive na terra e era mais comum em jardineiros, até que passou a atingir os gatos, que precisam ser tratados para a gente não ficar doente também. A Fiocruz tem um documentário sobre o assunto, assista no player abaixo.

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Estresse vivido na infância acelera envelhecimento, segundo estudo

  • 09 Out 2016
  • 16:09h

Estresse durante a infância pode impactar saúde na fase adulta, segundo estudo (Foto: Phil Boorman / Cultura Creative)

As dificuldades familiares e o estresse vividos na infância poderiam acelerar o envelhecimento na idade adulta, segundo um estudo que sugere o impacto biológico duradouro dos traumas sofridos durante os primeiros anos de vida. Os pesquisadores mediram o comprimento dos telômeros, estruturas do DNA protetoras dos cromossomos, cujo encurtamento ao envelhecer está vinculado à maturidade celular e às doenças. Para este estudo, publicado nesta segunda-feira (3) nos Anais da Academia Americana de Ciências (PNAS, em sua sigla em inglês), os autores compararam o comprimento dos telômeros das glândulas salivares de 4.598 homens e mulheres de mais de 50 anos nos Estados Unidos, que responderam entre 1992 e 2008 a perguntas sobre as experiências traumáticas vividas ao longo de suas vidas.

Para o período prévio aos 18 anos, como situações estressantes foram consideradas as dificuldades financeiras no lar, o fato de a família ter sido despejada, o pai perder seu emprego ou um dos progenitores ser alcoólico ou dependente químico. Os participantes também informaram no questionário se apanharam, se foram agredidos sexualmente ou se tiveram problemas com a Polícia durante a adolescência. A equipe da pesquisa, liderada por Eli Puterman, da Universidade da Colúmbia Britânica, em Vancouver, no Canadá, constatou que a redução dos telômeros depois dos 50 anos aumentava 11% por cada experiência traumática vivida na infância. Segundo os investigadores, este estudo reafirma os resultados de análises anteriores que sugeriam que uma infância difícil poderia ter um impacto no envelhecimento celular na idade adulta. Segundo estes, também é possível que as situações estressantes na infância tenham mais efeitos negativos na saúde que os fatores de estresse vividos na idade adulta. O estudo cita como fatores traumáticos da idade adulta o fato de ser beneficiário de um seguro médico para os menos favorecidos, receber tickets de alimentação, ter estado desempregado ou estar buscando emprego. Também estão incluídos a perda ou doença grave de um filho ou cônjuge, ter sido vítima de uma catástrofe natural ou de ferimentos de guerra. Mais de três quartos dos 4.598 participantes no estudo contaram sobre ao menos uma experiência traumática em sua vida, e mais da metade deles, de duas ou mais. No vídeo, a geneticista Carolina de Souza comenta sobre o estudo:

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Brasileira de 16 anos irá à Grécia pela 3ª vez para ajudar refugiados

  • 04 Out 2016
  • 19:02h

Gabriela Shapazian abraça refugiada na ilha de Lesbos, na Grécia (Foto: Arquivo pessoal/Gabriela Shapazian)

A paulistana Gabriela Shapazian, de 16 anos, está terminando o ensino médio, mas decidiu que não vai fazer o Enem nem tentar vestibular por agora. Ela escolheu passar o próximo ano se dedicando a uma causa que se tornou sua prioridade na vida: a crise dos refugiados na Europa. Gabriela já viajou duas vezes para ser voluntária na Grécia ajudando migrantes da Síria, do Afeganistão e de muitos outros lugares que chegam de barco às ilhas do país que é porta de entrada à Europa. Da primeira vez, em dezembro de 2015, a garota foi com a mãe para Lesbos, a ilha grega que mais recebeu refugiados. 

Da segunda, em junho deste ano, voltou sozinha para o país que se tornou o epicentro da crise. Com passagem comprada para a terceira viagem no próximo mês de novembro, ela planeja ficar 50 dias ajudando nos campos da Grécia. Depois, deve ir para Calais, na França, que é atualmente o maior campo de refugiados da Europa. A garota tem planos também de ir em 2017 para o Líbano, país vizinho à Síria que recebe muita gente fugindo da guerra todos os dias. Gabriela despertou para esse assunto por causa de sua mãe, a jornalista Kety Shapazian, de 49 anos, que há muito tempo tinha interesse nas notícias sobre a Primavera Árabe e o Oriente Médio. “Eu sempre falei muito da Síria em casa. O que está acontecendo lá me enlouquece. No passado, quando a crise dos refugiados chegou àquilo que a gente viu, a Gabi falou: ‘Compra uma passagem e vai ajudar em vez de ficar reclamando’. A gente começou a arrecadar meias e sapatos, porque os refugiados precisam muito. Em uma semana ela estava tão envolvida que falou: ‘Preciso ir junto”, conta Kety.

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Coca-Cola abre guerra contra a obesidade infantil

  • 02 Out 2016
  • 16:09h

(Foto: Reprodução)

Estabelecer um diálogo amplo entre sociedade civil, escola, indústria e estado pode ser a principal ferramenta para combater um dos problemas mais preocupantes da contemporaneidade: a obesidade infantil. A conclusão foi tirada durante as discussões da mesa “Escola consciente, nutrição inteligente”, no evento internacional Educação 360, realizado pelos jornais EXTRA e “O Globo”, em parceria com o Sesc. O evento, que acontece nesta sexta e sábado na Escola Sesc de Ensino Médio, em Jacarepaguá, tem apoio da Coca-Cola Brasil, da TV Globo e do Canal Futura. — Quando os dois lados gritam, ninguém escuta nada. A obesidade infantil tem que ser tratada com um esforço conjunto e integrado. O diálogo é a grande chave. Um diálogo de propósitos, com transparência e vontade de fazer mudança — explicou Marcos Nisti, CEO do Instituto Alana, organização que defende a vivência plena da infância.

A necessidade de encontrar respostas para evitar que as crianças sejam alvo de publicidades que conduzem ao consumo em excesso de determinados alimentos e aumentem os índices de obesidade levou a uma comunicação bem-sucedida entre o Instituto Alana e a Coca-Cola Brasil. Discussões constantes culminaram em uma primeira ação da empresa de bebidas, que informou que não faria mais publicidade destinada a crianças, porque não as considerava capazes de tomar decisões de consumo sozinhas. A movimentação no sentido de minimizar o consumo de refrigerantes e sucos açucarados na infância resultou na decisão da corporação de não fornecer mais esses produtos para cantinas de escolas onde a maior parte das crianças seja menor de 12 anos.  — A criança até 12 anos não tem maturidade de fazer escolhas. Não consegue discernir o que é bom para ela e o que não é. Temos que trazer essa conversa para a escola, para os pais. Esse é um problema não só da Coca-Cola, mas de toda a indústria. Quero muito que outros setores se juntem a esse movimento — afirmou Andréa Mota, diretora de categorias da Coca-Cola Brasil. No âmbito familiar, a psicóloga Maria Tereza Maldonado afirma que os pais devem aprender a conhecer seus filhos e alerta para o perigo de atrelar emoções à alimentação. Ela chama atenção ainda para a importância de dar o bom exemplo: — Se a família está mais sintonizada, ela vai saber que aquele choro é de fome, aquele outro é para colo ou outro tipo de estimulação. Muitas vezes essa leitura não é feita adequadamente e qualquer coisa que a criança expressa é vista como fome. Isso tudo vai formando uma raiz de que a comida vai servir para aliviar frustração, suprir carinho e atenção, acalmar e distrair. Muitas famílias não se dão conta que agem como espelho para criança. As famílias de crianças obesas muitas vezes também estão muito além do peso.As crianças estão sujeitas a múltiplas influências.

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